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Amigos da Umbanda!!! Saravá aos Pretos Velhos e Pretas Velhas!!!!!!!

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sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Imunização Espiritual - Por Emmanuel


Se te decides, efetivamente, a imunizar o coração contra as influências do mal, é necessário te convenças:

Que todo minuto é chamamento de Deus à nossa melhoria e renovação;

Que toda pessoa se reveste de importância particular em nosso caminho;

Que o melhor processo de receber auxílio é auxiliar em favor de alguém;

Que a paciência é o principal ingrediente na solução de qualquer problema;

Que sem amor não há base firme nas construções espirituais;

Que o tempo gasto em queixa é furtado ao trabalho;

Que desprezar a simpatia dos outros, em nossa tarefa, é o mesmo que pretender semear um campo sem cogitar de lavrá-lo;

Que não existem pessoas perversas e sim criaturas doentes a nos requisitarem amparo e compaixão;

Que o ressentimento é sempre foco de enfermidade e desequilíbrio;

Que ninguém sabe sem aprender e ninguém aprende sem estudar;

E que, em suma, não basta pedir aos Céus, através da oração, para que baixem à Terra, mas também cooperar, através do serviço ao próximo, para que a Terra se eleve igualmente para os Céus.


Recebido espiritualmente por Francisco Cândido Xavier - Texto extraído do livro "Meditações Diárias" – Editora Ide.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Emmanuel fala de Caridade

    
Antes de Jesus, a caridade é desconhecida.

Os monumentos das civilizações antigas não se reportam à divina virtude.

Os destroços do palácio de Nabucodonosor, no solo em que se erguia a grandeza de Babilônia, falam simplesmente de fausto e poder que os séculos consumiram.

Nas lembranças do Egito glorioso, as Pirâmides não se referem à compaixão.

Os famosos hipogeus de Persépolis são atestados de orgulho racial.

As muralhas da China traduzem a preocupação de defesa.

Nos velhos santuários da Índia, o Todo-Poderoso é venerado por milhões de fiéis, indiscutivelmente sinceros, mas deliberadamente afastados dos semelhantes, nascidos na condição de párias desprezíveis.

A acrópole de Atenas, com as suas colunas respeitáveis, é louvor à inteligência.

O coliseu de Vespasiano, em Roma, é monumento levantado ao triunfo bélico, para as expansões da alegria popular.

Por milênios numerosos, o homem admitiu a hegemonia dos mais fortes e consagrou-a através da arte e da cultura que era suscetível de criar e desenvolver.

Com Jesus, porém, a paisagem social experimenta decisivas alterações.

O Mestre não se limita a ensinar o bem. Desce ao convívio com a multidão e materializa-o com o próprio esforço.

Cura os doentes na via pública, sem cerimoniais, e ajuda a milhares de ouvintes, amparando-os na solução dos mais complicados problemas de natureza moral, sem valer-se das etiquetas do culto externo.

Lega aos discípulos a parábola do bom samaritano, que exalta a missão sublime da caridade para sempre.

A história é simples e expressiva.

Transmite Lucas a palavra do Celeste Orientador, explicando que “descia um homem de Jerusalém para Jericó e caiu nas mãos dos salteadores que o despojaram, espancando-o e deixando-o semimorto. Ocasionalmente, passava pelo mesmo caminho um sacerdote e, vendo-o, passou de largo. E, de igual modo, também um levita, abordando o mesmo lugar e observando-o, passou a distância. Mas um samaritano, que ia de viagem, chegou ao pé dele e, reparando-o, moveu-se de íntima piedade. Abeirando-se do infortunado, aliviou-lhe as feridas e, colocando-o sobre a sua cavalgadura, cuidadosamente asilou-o numa estalagem”.

Vemos, dentro da narrativa, que o Senhor situa no necessitado simplesmente “um homem”.

Não lhe identifica a raça, a cor, a posição social ou os pontos de vista.

Nele, enxerga a Humanidade sofredora, carecente de auxílio das criaturas que acendam a luz da caridade, acima de todos os preconceitos de classe ou de religião.

Desde aí, novo movimento de solidariedade humana surge na Terra.

No curso do tempo, dispersam-se os apóstolos, ensinando, em variadas regiões do mundo, que “mais vale dar que receber”.

E, inspirados na lição do Senhor, os vanguardeiros do bem... substituem os vales, da imundície pelos hospitais confortáveis; combatem vícios multi-milenários, com orfanatos e creches; instalam escolas, onde a cultura jazia confiada aos escravos; criam institutos de socorro e previdência, onde a sociedade mantinha a mendicância para os mais fracos.

E a caridade, como gênio cristão na Terra, continua crescendo com os séculos, através da bondade de um Francisco de Assis, da dedicação de um Vicente de Paulo, da benemerência de um Rockfeller ou da fraternidade do companheiro anônimo da via pública, salientando, valorosa e sublime, que o Espírito do Cristo prossegue agindo conosco e por nós.

[10 - página 71] Emmanuel – 1952

domingo, 30 de outubro de 2011

Responsabilidade e Destino


"O Criador, que estabelece o bem de todos comolei para todas as criaturas, não cria Espírito algum para o exercício do mal.

A criatura, porém, na Terra ou fora da Terra,segundo o princípio de responsabilidade, ao transviar-se do bem, gera o mal porfecundação passageira de ignorância que ela mesma, atendendo aos ditames daconsciência, extirpará do próprio caminho, em tantas existências de abençoadareparação, quantas se fizerem indispensáveis.

É assim que o Supremo Senhor nos cede os donsinefáveis da vida, como sejam as bençãos do corpo e da alma e os tesouros doamor e da inteligência.

Do uso feliz ou infeliz de semelhantes talentos,resultam para nós vitória ou derrota, felicidade ou infortúnio, saúde oumoléstia, harmonia ou desequilíbrio, avanço ou retardamento nos caminhos daevolução.

Examina, pois, a ti mesmo e encontrarás a extensãoe a natureza de tua dívida, pela prova que te procura ou pela tentação quepadeces, porque o bem verte, puro, de Deus, enquanto que o mal é obra que nospertence - transitório fantasma de rebeldia e ilusão que criamos, ante as leisdo destino, por conta própria."
Autor:Emmanuel
Livro:Religião dos Espíritos
Psicografia:Chico Xavier

sábado, 29 de outubro de 2011

Os Minutos de Deus...


Se é imperioso reconhecer a nossa obrigação de dar a César o que é de César, somos constrangidos a observar que a experiência material reclama excessivamente da criatura.

O homem, quando integrado em suas funções habituais, é convidado a obrigações mil cada dia.

Preocupações, ansiedades, exigências e ilusões obscurecem a visão da alma encarnada que, pouco a pouco, quase sempre, desce devagar ao abismo largo da tristeza e do desencanto, quando não dispõe dos recursos da fé.

Isso, contudo, acontece vulgarmente, porque raros são os homens que se lembram dos minutos de Deus, no círculo das horas.

Não nos esqueçamos de que o poder humano, seja qual for a sua origem, procede do Eterno Pai, e, se é justo pagar os tributos que nos competem na esfera densa, quando nos envolvemos nos fluidos carnais, ninguém está impedido de libertar-se, em espírito, a fim de procurar o Senhor e fruir-lhe a bondade infinita.

Inicia a tua obra de auto-libertação, concedendo alguns instantes ao Criador em suas criaturas e em suas edificações, cada dia, distribuindo algo de ti mesmo em amor, em generosidade, em paz, cooperação, bom ânimo e alegria e observarás que o espaço e o tempo do Senhor, em tua vida, crescerão gradativamente, exonerando-te de pesados impostos para com a experiência comum. Entrega a César o que a ele pertence, mas não olvides as obrigações que nos ligam ao alto, porque, assim, nos adiantaremos para as Celestes Moradias, confiando os nossos melhores sentimentos ao culto da fraternidade, com trabalho espontâneo a benefício dos nossos semelhantes, em toda parte.

Ninguém permanece inibido de cultivar a verdadeira felicidade, que somente floresce e frutifica no santuário do coração. Consagramos pois,a Deus,os minutos de bondade e harmonia que devemos improvisar em Seu Nome, em favor da comunidade, dentro da qual evoluímos na luta cotidiana, e o Senhor, em sua magnanimidade imensurável, nos entregará a Eternidade com libertação imperecível.

Emmanuel
Chico Xavier

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Caridade


A caridade não brilha unicamente na dádiva. Destaca-se nos mínimos gestos do cotidiano.

Está no sorriso de compreensão e tolerância; na palavra que tranquiliza; na gentileza para com desconhecidos; no amparo a criança; no socorro ao doente; na atenção para com quem fala; no acatamento das confidências de um amigo; no silêncio, ante os conceitos agressivos desse ou daquele adversário; e no respeito perante os hábitos e as cicatrizes do próximo.   

Emmanuel

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