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Amigos da Umbanda!!! Saravá aos Pretos Velhos e Pretas Velhas!!!!!!!

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terça-feira, 20 de março de 2012

O Amor


Linda Mensagem da Cabocla Jurema, enviado pela irmã e colaboradora Camila Soares Nogueira. Salve sua Coroa Iluminada.



O AMOR

É através do amor,
que encontramos o caminho que nos leva a Deus.
É através do amor, que entendemos o verdadeiro significado da vida.
A vida é a grande manifestacão do amor de Deus.
A vida é a grande oportunidade de se aprender a amar.
Aprender a amar é o grande trabalho a ser realizado.
O amor, traz consigo o sentimento da compaixão e da caridade.
Vivemos para amar.

E o amor é a única grande força que pode nos unir.
Quando o amor nos uni,
nos mostra também que somos todos iguais
e aí, aprendemos que somos um só.

Descobrimos, então, que a nossa alegria é a alegria de todos,
e que a nossa tristeza é a tristeza de todos.
Que a nossa luz é a luz de todos, e que a nossa escuridão
é a escuridão de todos.
Aprendemos que tudo que fazemos aos outros
estamos fazendo a nós mesmos.
Se ajudamos aos nossos irmãos estamos também nos ajudando.
Se damos a mão a quem precisa, também nos apoiamos nela,
pois ninguém chegará ao fim do caminho sozinho.
Enquanto o último de nós não encontrar seu caminho,
a grande porta não se abrirá.
Ajudar aos outros é ajudar a si mesmo.
Amar aos outros é também amar a si mesmo.

O amor é a única força que se renova.
Quanto mais se dá, mais se torna forte.
Só ensinando podemos aprender, só dando podemos receber.

Fortalecendo nosso irmão,também receberemos dele a força
de que precisamos para seguir nosso caminho.
Dando de comer a quem tem fome, fortalecemos nosso irmão
E ele nos ajudará a chegar mais rápido ao nosso destino.
Iluminando os olhos de quem precisa,
eles também nos ajudarão a enxergar nosso caminho.


Ninguém pode guardar para si um pedaco da luz.
Se a luz é trancada ela se transforma em escuridão.
A luz só vive no cora cão aberto.
Quem ama vive na paz e a paz é luz.

A tempestade só reina na escuridão,
ela nunca vem enquanto o sol está brilhando.
Vivemos na luz, vivemos na paz.
Quem vive na luz ilumina os caminhos escuros
e pode guiar aqueles que ainda não encontraram
o verdadeiro caminho.
Ela afasta os sentimentos escuros do nosso coracão
e ilumina nossa alma.
E um coracão iluminado é como uma casa limpa,
aonde não vivem os seres que se alimentam da escuridão.
Se o nosso coracão está iluminado,
não existe nele nenhum sentimento de ganâcia,
nem de ódio e nem de tristeza.

Nossa alma é como um jardim
onde só devemos plantar aquilo que pretendemos colher.
Quem planta flores e distribui sementes,
está ajudando a tornar seu próprio caminho
mais perfumado e mais feliz.
Quem planta e distribui espinhos,
poderá rasgar as roupas e machucar as próprias mão s
na sua caminhada.
Quem anda por um caminho iluminado
sabe com certeza aonde deve pisar,
e tem fé que chegará ao seu destino.

O caminho é um só para todos.
Quem cuida de sua estrada, ajuda a todos que por ali passarão.
Quem tem verdadeiramente fé,
não guarda nenhuma dúvida em seu coracão.
A fé é a certeza e a certeza nos mostra um só caminho.
Quem não tem fé, vê muitos caminhos e não sabe por onde seguir.
E ai então, perde muito tempo andando por muitos lugares.


Só se pode receber ajuda
quando se tem fé em quem está nos ajudando.
E quando também somos sinceros em nossas próprias necessidades.
Só podemos receber ajuda
se realmente estamos querendo ser ajudados,
e para isso temos que nos colocar em condicões de receber.
Para receber ajuda temos que ter fé.
E a fé é a certeza.
Quem precisa de ajuda não sabe qual é o caminho a seguir,
e por isso precisa se deixar guiar sem dúvidas nem resistências.

Só se dá valor a um presente quando se precisa dele.
Pedir aquilo de que não se precisa
é tirar do outro a oportunidade de receber o que ele esperava.
Pedir o que não se tem necessidade
é juntar coisas que pesarão e atrapalharão a nossa viagem.
Aquilo que não serve para você,
pode servir para alguém que está a seu lado.
Carregar aquilo de que não se precisa é carregar um peso inútil.
Dando o que você não usa estará esvaziando o seu coracão,
para receber aquilo de que realmente precisa.

Saber separar aquilo que queremos
daquilo que realmente precisamos,
é o início de um caminho de aprendizado, de paz e de amor.
Quem aprende a amar, aprende a estar perto de Deus.
E Deus é Luz e Paz.
É o verdadeiro e único Amor.

Fonte: flordajurema.blogspot.com.br

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Mensagem do Caboclo Pena Branca

 

“Sou considerado no mundo dos espíritos como um espírito encantado, pela sabedoria adquirida junto ao povo do Oriente para realizar trabalhos no campo da medicina espiritual, no campo da medicina dos encarnados através das ervas. Espírito encantado a que me refiro é a forma que representa melhor a minha atuação de trabalho no plano espiritual - “encantado” por atuar na manipulação da energia de determinadas ervas encantadas.

Tive encarnação, também, no Egito, assim como uma grande maioria dos espíritos e entidades da Umbanda.
Meu nome é “Caboclo Pena Branca de Oxalá”. Quando eu fui chamado para servir ao Senhor de todos os espíritos, me deram uma vestimenta toda branca e um capacete de penas brancas para representar minha ultima encarnação que tive como índio e, toda essa vestimenta é branca. Muitas das vezes, reluzindo tons dourados. Toda essa vestimenta é bem diferente das que eram usadas de costume pela minha tribo na minha ultima encarnação, sempre com penas coloridas.

Falo das minhas vestimentas para que fique claro que tudo que é material após a passagem continua pairando sobre a Terra. Que na chegada ao plano espiritual o espírito toma outra forma e carrega consigo novas vestimentas, só aproveitando da encarnação o que se adquire de sabedoria, para que seja aproveitada na evolução de cada espírito.
Que todos fiquem em paz.”

Caboclo Pena Branca – 03 de janeiro de 2009.
(Mensagem recebida pelo médium Alberto Magno, Equipe Genuína Umbanda)

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Olhos do Coração - Caboclo Rompe Mato


Jesus Cristo e São Tomé
O corpo de Jorge repousava em seu leito em um sono dos mais profundos e foi quando o seu espírito libertou-se parcialmente do invólucro carnal que ele recebeu uma visita inusitada: um homem alto, com barba branca, rala e olhar sereno o aguardava de braços cruzados.
Fazia pouco menos de um ano que Jorge entrara na corrente mediúnica de um terreiro de Umbanda onde atuava como cambone. Apesar de amar a Umbanda e os trabalhos das entidades ele, devido ao seu gênio cético, sentia-se pouco à vontade para participar de trabalhos envolvendo obsessores.
A cada trabalho deste gênero que acontecia no terreiro ele observava atentamente a tarefa dos doutrinadores e das entidades junto a estes irmãos necessitados sendo que uma dúvida raramente saia de sua cabeça: “Será que tudo isto que vejo é realmente verdade?”.
Quando esta dúvida tornava-se por demais exacerbada em alguma gira o Caboclo a quem ele cambonava dizia-lhe:
— Firmeza no ponto filho! Firmeza nos trabalhos!
Daí então ele procurava afastar as dúvidas e concentrar-se nas orações, mas ao sair do terreiro, aos términos das reuniões, ele invariavelmente dizia aos seus irmãos de fé em tom jocoso: sou discípulo de São Tomé!
Caboclo Rompe Mato era a entidade a quem Jorge cambonava e que ali, dentro daquele terreiro, tinha a incumbência de comandar as rodas de descarrego.
Ele observava o sentimento crescente de dúvida em seu cambone a cada reunião até que em uma gira a entidade pediu a ele que assentasse no banco disposto onde aconteciam os trabalhos especiais de descarrego e em que chegavam, quando necessário, espíritos obsessores e sofredores.
Jorge já se dirigia ao banco determinado pelo Caboclo quando ainda tentou argumentar com a entidade:
— “Seu” Rompe Mato, eu estou super-bem na minha vida pessoal, familiar, nos estudos, no trabalho e não sabia que estava com problemas junto a espíritos obsessores e sofredores!
— Fio, não vamos ser pejorativos com o sofrimento alheio, chamemos o espírito que aqui se manifestará a implorar perdão como: irmão.
Jorge estava, de fato, sentindo-se muito bem e não entendia o porquê da realização daquele trabalho, entretanto em tom respeitoso ele respondeu à entidade:
— Sim senhor.
— Procure não usar muito o intelecto; ao invés disto sinta o amor divino em seu coração e procure ofertá-lo ao irmão que aqui se manifestará tão necessitado do seu perdão. Estamos combinados?
— Sim senhor!
Jorge respondera ao Caboclo sem entender o porquê da ênfase que ele dera a necessidade de perdão por parte de seu cambone por que sendo Jorge uma pessoa que não era rancorosa então ele não haveria de ter dificuldades em conceder o perdão a qualquer espírito que lhe solicitasse isto.
Mesmo sentindo-se um discípulo de São Tomé, Jorge sentou-se no banco e em poucos minutos um espírito sofredor manifestou-se em um médium que não era o mesmo que cedia o corpo físico para a manifestação do Caboclo Rompe Mato.
O sofrimento do espírito era imenso e muitas lágrimas eram vertidas enquanto ele pedia perdão a Jorge:
— Perdão! Perdoe-me Ernesto! Hoje sei que o que eu fiz foi errado, mas na época eu julgava que era amor! Perdão pelo amor de Deus!
Jorge não conseguia entender nada do que acontecia, pois desde a manifestação deste espírito, no médium de nome Carlos, um ódio inexplicável brotou do seu coração em relação ao referido sofredor.
Não suportando a curiosidade e já começando a pensar que estava enlouquecendo Jorge abriu os olhos e olhou para o espírito manifestado em Carlos, mas só que ele estranhamente não conseguia ver o médium apenas o espírito incorporado; foi quando o Caboclo Rompe Mato determinou-lhe:
— Feche os olhos fio! Abra somente o teu coração e procure fazer o que combinamos!
— Sim senhor!
O espírito berrava com todo o seu sofrer:
— Olhe pra mim Ernesto! Perdoe-me, daqui eu vejo que Renilda, nossa companheira de outrora, está de volta ao seu lado! Você não precisa continuar a odiar-me! Perdoe-me!
Enquanto tudo isto acontecia o Caboclo Rompe Mato estendeu a destra na direção do chacra cardíaco de Jorge irradiando energias que funcionavam como um bálsamo nas emoções de seu cambone.
Foi somente assim que Jorge conseguiu respirar melhor, abrandar as emoções, abrir novamente os olhos e balbuciar para o espírito manifestado em Carlos:
— Eu te perdôo! Vá em paz!
O espírito, assim, virou-se em direção ao Caboclo e perguntou:
— E então, falta pouco para eu ser livre?
— Sim meu irmão, em breve você será liberto.
— Obrigado, obrigado, obrigado!!!
Foi o que respondeu o espírito em questão antes de desincorporar.
A gira, então, prosseguiu normalmente até o seu término.
Os médiuns despediram-se com abraços fraternais antes de retornarem para os seus lares.
Jorge chegou a sua casa e, enquanto tomava um banho, encontrava-se deveras impressionado com o que lhe ocorrera na gira, mas a fome era ainda maior que sua curiosidade e ele procurou não demorar-se para lanchar. Após uma leve refeição um sono pesadíssimo o acometeu e ele foi preparar-se para deitar.
Somente quando o sono chegou foi que o seu espírito, então semi-liberto do corpo carnal, reparou na visita que recebia em seu quarto: era um homem alto, com barba branca, rala e de olhos amorosamente serenos que o aguardava de braços cruzados.
Jorge fitava os profundos olhos azuis deste homem quando este lhe disse:
— E então, vamos?
— Você desculpe-me, mas vamos aonde se eu nem mesmo lhe conheço?
— Seus olhos podem não me reconhecer, mas o seu coração sim. Feche os seus olhos e sinta quem eu sou!
Jorge fechou os olhos e então o homem estendeu sua destra na direção do chacra cardíaco dele enviando ondas de energia que subiam em direção ao chacra frontal, na direção do “terceiro olho”, como se estivesse a estimulá-lo.
Então, tomado por incontida emoção, foi que Jorge ajoelhou-se respeitosamente e disse ao homem:
— Meu coração o reconhece e saúda senhor Caboclo Rompe Mato!
— Deixe de formalidades meu filho! Faça como o de costume em dia de gira: chame a mim de “Seu” Rompe Mato.
— Sim senhor!
— E então? Vamos?
— O senhor me desculpe “Seu” Rompe Mato, mas vamos aonde?
— Ora não é você que vive dizendo aos seus irmãos de fé que é discípulo de São Tomé?
Visivelmente encabulado Jorge respondeu:
— Sim senhor!
— E você não gostaria de ver para crer se o seu perdão efetivamente serviu para auxiliar na libertação do espírito que se manifestou a pedi-lo calorosamente na gira?
— Gostaria de ver, mas não para crer, apenas para auxiliar.
— E por que não?
— Por que na última gira eu aprendi a ver pelos olhos do coração.
— Bela resposta meu filho, demonstra sabedoria.
— Na verdade eu não sei se conseguiria perdoar aquele irmão se o senhor não tivesse me doado um pouco da sua energia.
— Mas não foi a minha energia que o fez perdoar!
— Não!
— Não. A minha energia só clareou os caminhos para que você pudesse enxergar a luz do perdão divino que existe não só dentro de ti, mas de cada ser humano.
— Entendo.
— Usando um dos meus atributos eu enviei-lhe uma energia rompedora que o auxiliou a romper tristezas, mágoas e ressentimentos que estavam a obstruir o teu acesso ao caminho do perdão.
— Puxa que lindo!!!
— E então vamos?
— Estou as suas ordens!
E Jorge, acompanhado do Caboclo Rompe Mato, foi até a região umbralina interligada ao espírito que se manifestara na gira do terreiro a suplicar o perdão dele.
Havia uma espécie de complexo prisional e eles pararam em frente à cela onde se encontrava o referido espírito, mas este não conseguia vê-los. Foi então que a entidade disse a Jorge:
— Vou densificar o seu corpo astral para que o irmão encarcerado possa vê-lo. Não procure dialogar com ele, apenas abra as grades e liberte-o!
— Sim senhor!
Jorge, assim, tornou-se visível ao espírito que, fortemente emocionado, bradou:
— Ernesto! Graças a Deus! Louvado seja Deus! Vejo que de fato você me perdoou! Saiba que muitos se ofereceram para abrir este portão, mas eu tinha que recusar! Eu só poderia sair daqui e ser um homem realmente livre se o meu leal amigo de outrora julgasse que eu merecesse ser liberto por meio do seu perdão e você veio, você veio! Louvado seja Deus!
Jorge percebeu que o portão não possuía tranca alguma e então o empurrou para que a cela fosse aberta.
O Caboclo pedira-lhe que não travasse nenhum dialogo com o espírito encarcerado e olhar para aquele ser maltrapilho e que exalava odores fétidos era terrível para Jorge, mas foi procurando manifestar a essência divina do amor e do perdão que havia encontrado dentro de si que Jorge abriu amorosamente os braços e, procurando vencer a náusea, disse para o ex-encarcerado:
— Venha meu irmão, abraça-me!
Saindo de dentro da cela agradecendo a Deus pelo tamanho infinito de Sua misericórdia o espírito caminhou com passos inseguros em direção a Jorge e encaixou-se perfeitamente nos seus braços que se apertaram em torno dele com uma força de sinceridade tão pungente que acabaram levando ambos a copiosas lágrimas.
Após alguns instantes eles se soltaram e o espírito foi para uma zona de refazimento energético-espiritual acompanhado por um espírito que ele chamava amorosamente de “mãe”.
O Caboclo, então, levou Jorge de volta a sua residência após aplicar-lhe uma descarga energética desagregadora de fluidos perniciosos.
Após estes procedimentos Jorge resolveu perguntar a entidade:
— “Seu” Rompe Mato o senhor permitiu que eu tivesse esta experiência só por que muitas vezes eu duvidava se aqueles obsessores e sofredores realmente estavam manifestados nos médiuns que lhes cediam o corpo e a mente nas giras do terreiro?
— “Só” filho? Você diz “só”? Por que você se julga tão pouco assim meu filho?
— Hein? Desculpe-me, mas como?
— Filho, entenda que uma pirâmide não prescinde da menor de suas pedras, que uma corrente jamais será a mesma se um dos seus elos se partir e que, portanto, a força mental, a dedicação, o carinho e a prece de cada filho de fé é imprescindível para que a caridade possa ser praticada no andamento de uma gira, está entendendo?
— Sim senhor!
— Em uma gira você não é mais e nem menos importante que qualquer irmão de fé ou entidade: você é tão importante quanto! O próprio mestre Jesus foi quem disse isto só que nessas palavras: “Vos sois deuses, se tiverdes fé fareis coisas mais fantásticas das que eu fiz”; então, quem é este Caboclo para desmentir o mestre eterno e amado?
— Entendo.
— Mas a experiência desta noite não aconteceu somente por este motivo, mas também para acabar com quase dois séculos de culpa, dor e sofrimento, certo?
— Sim senhor!
— Então vá meu filho! Retorne ao seu vaso corpóreo por que já é dia e o sol que está nascendo vem a despertar-lhe para os seus compromissos enquanto espírito encarnado!
— Sim senhor!
— Salve Deus!
            — Para sempre Seja Louvado! 


         Autor Desconhecido.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Ser Espírita - Por Caboclo Branca Lua


Ser Espírita

Ser Espírita é ser clemente
É ter alma de crente,
sempre voltada para o bem!
É ensinar ao que erra,
entre os atrasos da Terra,
não fazer mal a ninguém,

É sempre ter por divisa,
tudo que é nobre e suaviza,
o pranto, a dor, a aflição
É fazendo caridade
evitar a orfandade
o abismo da perdição.

Em Deus, sempre ter crença
profunda, sincera, imensa
consubstanciada na Fé
É guardar bem na memória
os bons conselhos e a glória,
de Jesus de Nazareth.

É perdoar a injúria
de quem já não tem um pão,
É se tornar complacente
para o inimigo insolente
tendo por lema - o Perdão!

Ser Espírita é ser clemente!
É ter alma de crente,
sempre voltada para o bem!
É ensinar ao que erra,
entre os atrasos da Terra,
não falar mal de ninguém.

Mãe Zilméia de Morais, incorporada do Caboclo Branca Lua. Dia 15 de dezembro de 2005, na Tenda Nossa Senhora da Piedade.

Fonte: Revista Espiritual de Umbanda, 12 - Editora Escala
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