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Amigos da Umbanda!!! Saravá aos Pretos Velhos e Pretas Velhas!!!!!!!

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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Técnica para Melhorar a Concentração e as Energias


Eleve os pensamentos, sentimentos e aspirações ao Grande Arquiteto do Universo.
Manifeste boa vontade e amor por todos os seres.
Usando a concentração, visualize uma tocha acesa em sua cabeça.
A base da tocha está fixada em sua glândula pineal (epífise)* e sua abertura acesa está bem no centro do chacra coronário (chacra da coroa, lótus das 1000 pétalas).
O fogo é azul turquesa. Esse fogo é alto, mas suave.
Permaneça assim por cerca de um minuto. Visualize que o fogo torna-se violeta. Fique assim por um minuto. Se a cor do fogo mudar sozinha, sem o concurso direto de sua vontade, pode deixar, pois o chacra coronário pode convertê-la em uma cor mais apropriada a seu caso no momento. Se desejar firmar melhor sua concentração, pense em um mantra de real significado para você e que expresse algo bom.

Sugestão:
“EU SOU!” (em sânscrito: “SO HAM”, significa uma auto-afirmação de que a divindade mora em seu coração); ou simplesmente o “OM”; ou a palavra “LUZ” ou “AMOR”.
O mantra deve ser repetido mentalmente com firmeza no centro do chacra frontal.
A seguir, visualize uma bola de luz dourada no centro interno de seu peito. É como um sol de ouro aceso no centro da caixa peitoral. Procure manter a concentração (firme, porém pacífica) nos dois pontos ao mesmo tempo. A tocha acesa no alto da cabeça e a bola dourada acesa no peito. Fique assim por cerca de uns três minutos.
Pense em coisas boas.
Sinta que você é luz.
Agradeça ao Supremo Amor as chances de crescimento. Tenha confiança espiritual e lembre-se dos amparadores extrafísicos.
Essa prática dissolve bloqueios energéticos, aumenta o poder de  concentração e preenche a pessoa de lucidez e aspirações positivas. Lembre-se de uma coisa: aqui ou em qualquer lugar, seu ego (o meu  também e o de todo mundo) não vale nada. Por isso, faça alguma coisa e combata a inércia de sua consciência.
Paz e luz!
Saravá

Por: Claudemir O. Rodrigues

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Como Encontrar a Si Mesmo


A maioria das pessoas fazem esforço para "encontrar a si mesmas" pelo menos uma vez na vida. O que exatamente significa isso? Como você encontrar a si mesmo? Veja como encontrar a si mesmo.

Saiba o que você está procurando. Encontrar a si mesmo pode ser uma experiência esclarecedora. Quando você encontrar a si mesmo, você realmente entenderá quem você é, quais são as suas motivações, e que te faz confiante. Você será mais produtivo, e você terá um sistema de filosofia ou convicção de que poderá levar para o resto de sua vida. Em essência, encontrar a si mesmo significa determinar o que o faz diferente de todo mundo.

Relaxe. Não entre em pânico só porque você não sabe o que faz você ser 'você'. Muitas pessoas não entram. Não tente forçar, você deve dar tempo ao tentar encontrar a si mesmo. Antes que você possa encontrar a si mesmo, você tem que ignorar o que todo mundo pensa. Muitas pessoas tentam encontrar a si mesmas porque estão cansadas de seguir a multidão. Se você continuar a seguir as idéias de todo mundo sobre quem deveria ser, você nunca vai realmente ser capaz de encontrar a si mesmo.

Encontre um local tranquilo. Muitas pessoas acham mais fácil encontrar a si mesmas uma vez que encontrem a solidão. Longe das distrações e expectativas, você pode realmente pensar sobre quem você é como pessoa. Uma viagem de férias ou sozinho pode também ser útil. Você deve sentir-se independente e auto-suficiente, uma vez que está livre de distrações. Uma vez sozinho, contemple sua vida e onde você quer que ele vá.

Desenvolva a sua bússola moral. Ao tentar encontrar a si mesmas, algumas pessoas lêem filosofia ou exploram diferentes religiões. Quando encontrar a si mesmo, você vai ter uma jornada pessoal em sua mente, desenvolvendo o seu próprio guia moral. Isto pode assumir a forma de religião organizada ou muitas formas diferentes de raciocínio. Uma vez que você encontre isto, não importa o que, torne verdadeiramente uma parte de quem você é.

Explore a si mesmo. Que tipo de pessoa você é? Se você tivesse que escolher três palavras para descrever a sua personalidade, ou o que você quer ter, quais seriam elas? Você pode pensar sobre essas respostas, ou escrevê-las. Na verdade, quando encontrar a si mesmo você deve manter um diário para registrar seus pensamentos.

Explore os seus interesses. Se o dinheiro não fosse problema, o que você faria com sua vida? E agora, como você quer gastar seu tempo? Explore os seus interesses para descobrir o que te faz confiante. Não deixe ninguém lhe dizer o que você pode ou não fazer, ou retê-lo. Faça as coisas que você quer fazer, e não tenha medo de que você não possa fazê-las. Especialmente pense sobre as coisas que você pode, eventualmente, se arrepender de não fazer, como estudar no exterior ou aprender a pintar.

Saiba quando você se encontrar. Para algumas pessoas, encontrar a si mesmas é uma busca ao longo da vida. Outros chegam a um ponto em sua vida, talvez na faculdade ou na "crise da meia idade", que sentem a necessidade de explorar o que os fazem confiantes. Então, como você saberá quando parar de explorar? Ninguém pode responder isso para você, a maioria das pessoas continuam a descobrir sobre si mesmas em sua vida inteira.

Depois de encontrar a si mesmo, você vai se sentir muito mais ligado a quem você é. Você estará mais bem preparado para lidar com o que a vida lhe dá. No entanto, tenha em mente que encontrar a si mesmo não é um processo fácil nem instantâneo. Você pode até entrar em alguns becos sem saída ao longo do caminho.

Por: Almada Negreiros

sexta-feira, 25 de março de 2011

Antes de Decidir Meditar Reflita



Não existe esoterismo verdadeiro sem mudanças profundas no comportamento humano. As mudanças não existirão sem o estudo profundo da psicologia interior; para a prática do autoconhecimento é imprescindível o estudo da mente e o despertar do que há além dela; e, nada disso é verdadeiramente possível sem a meditação.
É impossível acontecerem mudanças duradouras e reais, em termos de indivíduos e em termos de humanidade, sem a prática diária e ampliada da meditação. Pois justamente o que é a humanidade senão a soma de coletividades! e o que é uma coletividade, seja ela política, social ou familiar, senão a soma de indivíduos! Absolutamente, nada mudará, se c indivíduo não mudar. E o homem, como indivíduo, não mudará em essência, senão explorar, através da meditação constante, seu interior. Na verdade, mais de 97% das ações e palavras de cada pessoa foram geradas pelo subconsciente, quando não, pelo infraconsciente. Isso mostra o quanto nossas ações são frágeis e inconsistentes, desprovidas de realidade e pouco duradouras.
Não era de se esperar uma humanidade diferente da atual, já que o homem desconhece os motivos pelos quais toma suas decisões, mesmo que essas decisões, externamente, mostrem interesses fraternos ou humanitários. No entanto, sabemos o quanto são falsos os gestos do homem, já que por detrás deles, impulsionados pelos desejos desconhecidos para si mesmo há, quase sempre, interesses contrários aos aparentes.
A meditação é o ponto nevrálgico disso tudo, porque é aqui que podemos diferenciar a realidade da ilusão. lnicialmente ficamos tentados a pensar que todo caminho parece fácil, deslumbrante e cheio de promessas. Mas, quando nos referimos à meditação, que exige esforço, tenacidade, autodomínio e paciência, são raras as pessoas que vencem suas debilidades e se submetem a uma autodisciplina essencial neste trabalho.
Mais uma vez diremos, e exaustivamente não nos cansaremos de afirmar: não existe transformação sem o auto-estudo sistemático e duradouro pela meditação. O homem nunca deixará de ser o que é, hoje, enquanto não descobrir o que seu inconsciente lhe reserva, e isso só é feito pela meditação. A miséria continuará e o sofrimento e a dor não desaparecerão; o ódio, a cobiça e o egoísmo, disfarçados com a roupagem filantrópica, ainda dominarão nossos atos e palavras, pois não se elimina o que não se aceita ou desconhece em si mesmo. E para descobrirmos e eliminarmos esses males de nosso interior, necessariamente devemos usar a meditação.
Enfim, ainda que Deus esteja presente em cada pessoa, nunca poderá se manifestar entre tanta desordem, e a desordem está em nosso estado mental caótico. Por isso, mais uma vez, a meditação poderá nos elevar acima da razão, a ponto de nos conectar com a própria divindade, primeiramente por intervalos irregulares; depois, com mais constância, e, finalmente, se perseverarmos, como um canal perpétuo para Sua manifestação.
Chamo a atenção de vocês sobre a seriedade do assunto e a disposição de ânimo necessária para esse trabalho. Se você, por si mesmo, ainda não compreendeu a importância da meditação para seu crescimento, e não tomou a decisão de iniciá-la, então informe-se e esclareça-se o mais possível antes de mais nada, do contrário irá fracassar.
A disposição de ânimo necessária para iniciar esse trabalho, cujo fim é inexistente, não está fundamentada no simples desejo passageiro ou no estado mental ilusório, mas sim, num princípio superior, calcado na vontade.
No entanto, chegará o dia em que a meditação não mais será um sacrifício, mas sim a água e o alimento sem os quais a essência divina, dentro de nós, não poderá sobreviver. Quando isso começar a ocorrer, o meditante poderá sentir o sopro divino sobre seu corpo, e esse sopro será como o bálsamo que alivia todos as suas chagas, dando forças para continuar sua jornada, por mais árdua que possa ser. 

Pense, Reflita, Medite... 
        
          Por Conceição Trucom

quarta-feira, 23 de março de 2011

Por que Meditar?



Não existe crescimento verdadeiro sem mudanças profundas no comportamento humano. As mudanças não existirão sem o estudo profundo da psicologia interior; sem entrar em contato com o autoconhecimento. Para que tal prática aconteça é imprescindível o estudo da mente e o despertar do que há além dela; e nada disso é verdadeiramente possível sem a meditação.
Estamos afirmando a impossibilidade de mudanças duradouras e reais, em termos de indivíduos e em termos de humanidade, sem a prática diária e ampliada da meditação. Pois justamente o que é a humanidade senão a soma de coletividades?
E o que é uma coletividade, seja ela política, social ou familiar, senão a soma de indivíduos?
Assim, nada mudará, se o indivíduo não mudar. E o homem, como indivíduo, não mudará em essência, se não se comprometer em explorar, através da meditação constante, seu interior.
Na verdade, a maior parte das nossas ações e palavras foram geradas pelo subconsciente, quando não, pelo infraconsciente. Isso mostra o quanto nossas ações são frágeis e inconsistentes, desprovidas de realidade e pouco duradouras.
Quantas vezes afirmamos que desejamos algo, mas em nossas atitudes e palavras percebe-se que há algo contraditório?
Desejamos emagrecer, mas insistimos em comer. Desejamos não brigar mais com um parente, mas sempre acabamos brigando. Desejamos estudar mais, porém quando surge um tempo, lá estamos na frente da TV. Desejamos falar menos, e quando vemos, já falamos o que não queríamos. Não é assim? Se o homem desconhece os motivos pelos quais toma suas decisões, mesmo que essas decisões, externamente, mostrem interesses fraternos ou humanitários, como afirmar que somos co-criadores da nossa realidade?
Quanto mais nos observamos, mais percebemos o quanto estamos sendo falsos conosco mesmos. Por detrás de nossos atos e palavras, impulsionados pelos desejos desconhecidos para si mesmo há, quase sempre, interesses contrários aos aparentes. Quanto mais adentramos ao caminho da espiritualidade, mais nos cobramos consistência. E mais atentos, nos frustramos porque não conseguimos realizar tudo aquilo que já está claro em nosso consciente.
No mundo da espiritualidade existe um clima de achar que as transformações acontecem por um milagre. Um passe mágico com uma varinha de condão. Estas varinhas podem ter muitos nomes, todos aqueles das terapias alternativas: Florais, Reiki, Aromas, Cromo, Iridologia, Acupuntura... SEM DÚVIDA, todos instrumentos fantásticos de esclarecimento, centramento e cura.
MAS, a meditação é o ponto nevrálgico disso tudo, porque é aqui que podemos diferenciar a realidade da fantasia e da ilusão.
Inicialmente quando tratamos de esoterismo, todo caminho parece fácil, deslumbrante e cheio de promessas, somente incendiando a imaginação das pessoas, sempre a procura de soluções. Mas, quando nos referimos à meditação, que exige esforço, tenacidade, autodomínio e paciência, são raras as pessoas que vencem suas debilidades e se submetem a uma autodisciplina essencial neste trabalho. Não me canso de afirmar: Não existe esoterismo e transformação sem o auto-estudo sistemático e duradouro pela meditação. O homem nunca deixará de ser o que é, hoje, enquanto não descobrir o que seu inconsciente lhe reserva, e isso só é feito pela meditação.
A miséria continuará e o sofrimento e a dor não desaparecerão; o ódio, a cobiça e o egoísmo, disfarçados com a roupagem filantrópica, ainda dominarão nossos atos e palavras, pois não se elimina o que não se aceita ou desconhece em si mesmo. E para descobrirmos e eliminarmos esses males de nosso interior, necessariamente devemos usar a meditação.
Enfim, ainda que Deus esteja presente em cada pessoa, nunca poderá se manifestar entre tanta desordem, e a desordem está em nosso estado mental caótico. E, com a lucidez que nos traz a meditação, se tornará possível estar acima da razão, através da clareza que ela nos traz, a ponto de nos colocar mais em contato com a nossa própria divindade.
Inicialmente por intervalos irregulares; depois, com a disciplina e a constância, se perseverarmos, esta lucidez se fará presente com maior freqüência e intensidade, gerando uma consciência e presença perpétua de realidade da nossa manifestação.
É sincero chamar sua atenção sobre a seriedade da prática da meditação, e sobre a determinação necessária para investir neste trabalho de profundo autoconhecimento. Se você, por si mesmo, ainda não compreendeu a importância da meditação para seu crescimento, e não tomou a decisão de iniciá-la, então nem dê seqüência enquanto assim não sentir e perceber.
A disposição de ânimo necessária para iniciar esse trabalho, cujo fim é intangível, não está fundamentada no simples desejo passageiro ou no estado mental ilusório, mas sim, num princípio superior, calcado na vontade. E essa VONTADE define aqui, como síntese, a angústia da alma em busca de libertação. É a mão de Deus a inflamar o ânimo do buscador de suas verdades e valores internos, cuja CORAGEM consciente será a tônica fundamental desse processo chamado meditação.
No entanto, chegará o dia em que a prática da meditação não mais será um ato de coragem, determinação e disciplina, mas uma ação natural, que será percebida como uma nutrição perfeita da essência divina, sem a qual, como o oxigênio, não será possível sobreviver. Quando isso começar a ocorrer, o buscador poderá sentir a serenidade e a paz que esse centramento traz, e essa serenidade será a matéria prima para entrar em contato com os desafios, dando forças para continuar a jornada com freqüentes sensações de vitória, por mais árdua que possa ser.
Resumindo: Um inconsciente cheio de crenças e caos inviabiliza o pleno crescimento no mundo da realidade. O consciente deseja, mas prevalece o mundo do desconhecido, da ilusão. A Meditação é a única prática que viabiliza o acesso a esse inconsciente, interferindo na sua limpeza e organização, trazendo para o consciente a clareza e a lucidez.

Por Conceição Trucom
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