Translate

English French German Spain Italian Dutch Russian Portuguese Japanese Korean Arabic Chinese Simplified

Amigos da Umbanda!!! Saravá aos Pretos Velhos e Pretas Velhas!!!!!!!

Mostrando postagens com marcador Pontos Cantados. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pontos Cantados. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 4 de abril de 2011

A IMPORTÂNCIA DA CURIMBA



Curimba é o nome que damos para o grupo responsável pelos toques e cantos sagrados dentro de um terreiro de Umbanda.

São eles que percutem os atabaques (instrumentos sagrados de percussão), assim como conhecem cantos para as muitas “partes” de todo o ritual umbandista.
Esses pontos cantados, junto dos toques de atabaque, são de suma importância no decorrer da gira e por isso devem ser bem fundamentados, esclarecidos e entendidos por todos nós.

Muitas são as funções que os pontos cantados têm.
Primeiramente uma função ritualística, onde os pontos “marcam” todas as partes do ritual da casa.
Assim temos pontos para a defumação, abertura das giras, bater cabeça, etc.

Temos também a função de ajudar na concentração dos médiuns.
Os toques assim como os cantos envolvem a mente do médium, não a deixando desviar – se do propósito do trabalho espiritual.
Além disso, a batida do atabaque induz o cérebro a emitir ondas cerebrais diferentes do padrão comum, facilitando o transe mediúnico.
Esse processo também é muito utilizado nas culturas xamânicas do mundo afora.

Entrando na parte espiritual, os cantos, quando vibrados de coração, atuam diretamente nos chacras superiores, notavelmente o cardíaco, laríngeo e frontal, ativando – os naturalmente e melhorando a sintonia com a espiritualidade superior, assim como, os toques dos atabaques atuam nos chacras inferiores, criando condições ideais para a prática da mediunidade de incorporação.

As ondas energéticas – sonoras emitidas pela curimba, vão tomando todo o centro de Umbanda e vão dissolvendo formas – pensamento negativas, energias pesadas agregadas nas auras das pessoas, diluindo miasmas, larvas astrais, limpando e criando toda uma atmosfera psíquica com condições ideais para a realização das práticas espirituais. A curimba transforma – se em um verdadeiro “pólo” irradiador de energia dentro do terreiro, potencializando ainda mais as vibrações dos Orixás.

Os pontos transformam – se em “orações cantadas”, ou melhor, verdadeiras determinações de magia, com um altíssimo poder de realização, pois é um fundamento sagrado e divino. Poderíamos chamar tudo isso de “magia do som” dentro da Umbanda.

A Curimba também é de suma importância para a manutenção da ordem nos trabalhos espirituais, com os seus pontos de “chamada” das linhas, “subida”, “firmeza”, “saudação”, etc.
Entendam bem, os guias não são chamados pelos atabaques como muitos dizem. Todos já encontram – se no espaço físico - espiritual do terreiro antes mesmo do começo dos trabalhos. Portanto a curimba não funciona como um “telefone”, mas sim como uma sustentadora da manifestação dos guias.

O que realmente invoca os guias e os Orixás são os nossos pensamentos e sentimentos positivos vibrados em vossas direções.

Muitas vezes ao cantar expressamos esse sentimentos, mas é o amor aos Orixás a verdadeira invocação de Umbanda.

Falando agora da função de atabaqueiro e curimbeiro, ou simplesmente da função de “ogã” como popularmente as pessoas chamam na Umbanda, enfatizamos a importância deles serem bem preparados para exercerem tal função em um terreiro. Infelizmente ainda hoje a mentalidade de que o ogã é “qualquer um que não incorpore” persiste.

Mas afirmamos, o ogã como peça fundamental dentro do ritual é também um médium intuitivo que tem como função comandar todo o “setor” da curimba.
Por isso faz - se necessário que seja escolhido uma pessoa séria, estudada, conhecedora dos fundamentos da religião.

Além disso, o ideal é que o “neófito” que busca ser um novo ogã procure uma escola de curimba, onde aprenderá os fundamentos, os toques de nação e “como”, “o quê” e “quando” cantar.

Mulheres também podem ser atabaqueiras e curimbeiras, SIM! O “cargo” de ogã vem do candomblé e apenas é dado a pessoas do sexo masculino.
A mulher no Candomblé não toca atabaque, por alguns dogmas da religião, principalmente em relação à menstruação.

Na Umbanda não importamos dogmas e conceitos do candomblé, mas sim seguimos os nossos, passados diretamente pelos nossos guias e mentores. Nuca vimos um caboclo ou preto – velho proibindo mulher de tocar atabaque, por isso afirmamos, na Umbanda mulher toca e canta sim e, diga – se de passagem, muitas vezes melhor do que os próprios homens.

Por fim, queremos fazer alguns comentários a cerca da espiritualidade que guia os trabalhos da curimba.
Muitas linhas de Umbanda existem no astral e trabalham ativamente nele, apesar de não incorporarem.

Existem muitas linhas de caboclos, exus, pomba – giras, etc, que por motivos próprios trabalham nos “bastidores”, sem incorporarem ou tomarem a “linha de frente” dos trabalhos espirituais.

Também existe uma corrente de espíritos que auxiliam nos toques e cantos da curimba. São mestres na música de Umbanda, verdadeiros guardiões dos mistérios do “som”. Normalmente apresentam – se com a aparência de homens e mulheres negras, com forte complexão física para os homens, e bela mas igualmente forte para as mulheres.

Seus trajes variam muito, indo desde a roupagem mais simples como um “escravo” da época colonial, como até mesmo o terno e o vestido branco.

São espíritos bondosos, muito alegres e divertidos, que com o cantar encantam a muitos no astral. Alguns fazem – se presente auxiliando o toque, outros o canto e outros ainda auxiliam a manutenção da energia e sua dissipação dentro do terreiro.

Muitas vezes chega a acontecer uma espécie de “incorporação” desses guias com os ogãs, os inspirando a determinados toques e cantos.
Qualquer pessoa com experiência em curimba pode relatar casos aonde um ponto vem na hora que ele é necessário e depois você simplesmente o esquece.
Isso acontece sobre inspiração desses mentores.

Algumas vezes também, em festas de Umbanda e dos Orixás, onde muitos se reúnem, percebemos que diversos espíritos chegam portando seus “tambores astrais”, percutindo – os a partir do astral, ajudando na sustentação e na energia das festividades, potencializando ainda mais os toques dos atabaques e as energias movimentadas.

Quando os guias, incorporados fazem sua saudação à frente dos atabaques, estão saudando as pessoas que tocam, estão pedindo para que as forças movimentadas pela curimba sejam benéficas a todos, mas estão principalmente, saudando e agradecendo a toda essa corrente de trabalhadores “anônimos” do astral.

Estão percebendo como muita coisa foge aos nossos sentidos em uma “simples” e humilde gira de Umbanda?

Sabemos que esse universo da curimba muitas vezes é pouco explicado, e muitos chegam a defender a abolição dos atabaques dos centros de Umbanda.
A isso, os próprios guias e mentores de Umbanda respondem, tanto incentivando os toques e trazendo mentores nesse “campo” , como também, abrindo turmas de estudo de Umbanda e desenvolvimento mediúnico, onde percebemos claramente que o “animismo” acontece por despreparo do médium, falta de estudo ou orientação e não pelo uso de atabaques. Colocar a culpa nos atabaques é como “tampar o sol com a peneira”.

Afinal, como explicado parágrafos acima, o atabaque quando bem utilizado é ótima ferramenta para o desenvolvimento mediúnico.

Muitos desses toques a respeito da curimba, que aqui estão escritos, foram me passados por um espírito amigo, que me auxilia nos trabalhos de curimba e que apresenta – se com o nome simbólico de “Zé do Couro”.

Texto escrito por:
FERNANDO SEPE

sexta-feira, 25 de março de 2011

Ogã


Ser Ogã é muito mais do que ser aquela pessoa no fundo do Terreiro, tocando músicas bonitas para as entidades, médiuns e assistentes.

Ser Ogã é participar de forma efetiva e consciente nos trabalhos. Isso exige conhecimento, concentração, responsabilidade e mediunidade. Sim, mediunidade. O Ogã também é médium, sabia? É o médium responsável pelo canto, pelo toque, pela sustentação e equilíbrio harmônico dos rituais. Diferente do que muita gente pensa, um Ogã pode incorporar, porém a sua mediunidade manifesta-se normalmente de forma diferente do restante do corpo mediúnico. Manifesta principalmente através da sua intuição, das suas mãos, braços e cordas vocais onde os Guias responsáveis pelo toque e pelos cantos imantam os seus médiuns, tal como fazem os demais, e comandam todo setor da curimba. Esses mestres da música atuam ativamente, mas de forma pouco perceptível à grande maioria dentro do ritual de Umbanda e, muitas vezes, são poucos lembrados ou sequer é conhecida a sua existência. Mas não é verdade que todos os Guias da casa saúdam “os atabaques” quando incorporados nos seus médiuns? Na realidade, eles estão saudando seus “colegas anônimos” de trabalho, a magia e força lá assentada e que se manifesta através dos seus médiuns (Ogãs) que os representam junto ao atabaque.

Porém, às vezes, essa atuação “passiva” desses guardiões do mistério do som torna-se “ativa” e acontece uma espécie de “incorporação”: o Ogã toca um ponto ou um toque por ele até então desconhecido e depois esquece-o. Isto deve-se ao fato de todos os Ogãs trabalharem de forma ativa e mediúnica em parceria com esses mentores, profundos conhecedores dos mistérios do som ou da música.

Os atabaques, quando devidamente consagrados e ativados pelos Ogãs, são verdadeiros instrumentos de auxílio espiritual, pois são capazes de canalizar, concentrar e irradiar energias que tanto podem ser movimentadas pelo próprio Ogã como pelas entidades de trabalho para os mais diversos fins.

Salve a Coroa dos Ogãs da Umbanda

sexta-feira, 18 de março de 2011

Pontos Cantados de Ogum

Ogum Iê meu Pai
Pontos de OGUM

01

Ogum, que abalou as estrelas
Que abalou as areias
E as ondas do mar, Ogum
Ogum, a hora é boa
Abre os meus caminhos
Firma esse gongá, Ogum

02

Olha Ogum na Aruê chegou
Olha Ogum na Aruê baixou
Sou filho de Umbanda
Ogum já me saravou

03

Que cavaleiro é aquele
Que vem navegando sobre o mar azul
É Seu Ogum Matinata
Que vem defender
O Cruzeiro do Sul
Ê ê ê
Ogum ê
Ê ê a
Ogum meu Pai
Ê ê ê
Seu Canjira
Pisa na Umbanda

04

Salve Ogum Iara
Ogum Matinata
Ogum Rompe Mato
Ogum Megê
(bis)
Eles trabalham na terra meu Pai
Eles trabalham no mar
Eles trabalham na areia meu Pai
Salve Ogum Beira Mar

05

Eu tenho Sete Espadas pra me defender
Eu tenho Ogum na minha companhia
(bis)
Seu Ogum é meu Pai
Seu Ogum é meu guia
Seu Ogum é meu Pai
Vivo com Deus e a Virgem Maria

06

Pisa na linha de Umbanda que eu quero ver
Ogum Sete Ondas
Pisa na linha de Umbanda que eu quero ver
Ogum Beira Mar
Pisa na linha de Umbanda que eu quero ver
Seu Matinata, Ogum Megê
Seu Sete Espadas, Ogum Megê
Olha banda aruê
Pisa na linha de Umbanda que eu quero ver
Ogum Sete Ondas
Pisa na linha de Umbanda que eu quero ver
Ogum Beira Mar
Pisa na linha de Umbanda que eu quero ver
Ogum Iara, Ogum Megê
Seu Sete Espadas, Ogum Megê
Olha banda aruê

07

Ô Jorge, ô Jorge
Vem de Aruanda
Tenha pena de seus filhos
São Jorge venceu demanda
Ogum, Ogum
Ogum meu Pai
Foi você mesmo quem disse
Filhos de Umbanda não cai

08

Ogum general de Umbanda
Humaitá jurou bandeira
Ogum general de Umbanda
Humaitá bandeira jurou
Mas como é no pé pé              
(bis)

09

Olha Ogum Sete Espadas está no reino
Ele veio saravá
(bis)
Saravá todos seus filhos
Firma ponto no gongá

10

Ogum Megê
General de Umbanda
Em seu cavalo seu Ogum foi guerrear
Com sua espada
Com sua lança
Venceu demanda nos campos do Humaitá
Ogum Megê
São Jorge é quem está de ronda
Com sua cavalaria
Na ponta da romaria
Roga a Deus, Santa Maria
Ora vamos salvar Ogum
Ora vamos salvar Ogum
Na hora de Deus, ô meu Deus
Na hora de Deus, ô meu Deus

12

O seu cavalo corre
Sem ninguém vê
(bis)
Salve as sete espadas
De Ogum Megê
Salve as sete espadas
De Ogum Megê

13

No seu cavalo branco
Ele vem montado
Calçado de botas
E bem armado
Vinde, vinde, vinde
São Jorge é nosso protetor
Vinde, vinde, vinde
São Jorge é Nosso Salvador

14

Beira Mar auê Beira Mar
Beira Mar quem está de ronda é militar
Ogum já jurou bandeira
Na ponta do Humaitá
Ogum já venceu demanda
Vamos todos saravá

15

Se meu Pai é Ogum
Vencedor de demanda
Ele vem de Aruanda
Pra salvar filhos de Umbanda
Ogum, Ogum Iara
Salve os campos de batalha
Salve a Sereia do Mar
Ogum, Ogum Iara

16

Olha São Jorge com a matula
De Umbanda
Olha Ogum
Está de ronda
Olha bambuê
Ogum é de bambuê
Ogum é de bambuá

17

(caridade)
Eu pedi caridade
São Jorge me deu
Eu pedi caridade
Pelo amor de Deus

18

Olha Ogum está de ronda
Miguel tá chamando
Eu não sei onde é
É, é
Eu não sei onde é
É, é
(bis)

19

Ogum partiu pra guerra
Oxalá deu carta branca
Ogum venceu a guerra
São Jorge venceu demanda
Quem quer guia, guia, guia
Quem quer guia, guia, meu
Quem quer guia, guia, guia
Quem quer guia, guia, meu

20

Marchai, marchai
Ogum de Guia
Estrela D’Alva
E da Virgem Maria
Oh vem, com a sua espada
Vem salvar os vossos filhos
Que se acham em agonia

21

Ogum de Lei, Orixá de Lei
Ê ê ê a a
Salve a, coroa de Ogum de Lei
Ogum de Lei
Ogum de Nagô

22

Ô gente sarava Ogum
Ele é nosso general
(bis)
Diz Ogum é de Lei lê lê
Diz Ogum é de lá, lá, lá
A coroa de Ogum de Lei
Só Deus pode tirar

23

Capitão do Mato mandou me chamar
Tempo não tenho
Caminho há
Olha o militar
Quem está de ronda
É militar

24

Mas ele é praça de cavalaria
É Capitão – oficial do dia

25

Olha Ogum vai se embora
Pra sua banda
Olha banda com banda katinguerê
Firma ponto Ogum vai se embora
Firma ponto Ogum Megê
Firma ponto Ogum foi se embora
Firma ponto Ogum Megê

26

Quem está de ronda é São Jorge
São Jorge é quem vem rondar
Abre a porta, ô minha gente
Deixa a falange de São Jorge entrar
Quem está de ronda é São Jorge
Toda noite, todo dia
Quem está de ronda é São Jorge
Nossa Senhora da guia
Quem está de ronda é São Jorge
Minha mãe diga o que é
Quem está de ronda é São Jorge
Velando os filhos de fé

27

Quando Ogum partiu pra guerra
Ele mandou orar, orar
Orar, orar
Orar, orar, filhos de fé
Orar, orar
Orar, orar, filhos de fé
28

Eu vi o sol raiar
Eu vi estrela brilhar
Eu vi seu Rompe Mato
Ogum das matas
Passeando à beira mar
29
Ogum é todo Malé
Male ô linha Nagô
Ogum é todo Malé
Male ô linha ô
30
Ele jurou bandeira
Ele tocou clarim
E o exército todo
É comandado por Ogum
Salve Ogum Iara
Salve Ogum Megê
Salve Ogum Matinata
Salve Ogum Naruê

31

Na ponta da romaria
Eu vi um cavaleiro de ronda
Trazia a espada na cinta
E uma lança na mão
Ogum venceu a guerra
Matando o dragão

32

Ele vem, com a justiça Xangô
Ele traz Iansã e Iemanjá
Ele vem com Oxossi das matas
Ele traz o amor de Oxalá
Ogum, vencedor de demanda
Estrela, clareou sua banda
Na sua aldeia ele é caboclo
Ogum Arranca Toco

33

General Tátá de Umbanda
Ogum é general
Se ele é Ogum Iara
Ogum é general
Se ele é Ogum Matinata
Ogum é general
Se ele é Ogum Rompe Mato
Ogum é general
Se ele é Ogum Naruê
Ogum é general
Se ele é Ogum Megê
Ogum é general

34

Ô ronda a Terra
Ô ronda o mar
Cavalheiros de Umbanda
Mensageiros de Oxalá
(bis)
Ogum de Lei
Ogum Iara
Olha Ogum Rompe Mato
Ogum Megê
Olha Ogum Beira Mar

35

No campo do Humaitá
Venceu a guerra meu Pai, eu vi
No seu cavalo de bronze
Guerreou na sua Terra (bis)
Com sua espada dourada
Na ponta da sua lança, eu vi
Laço de fita encarnada
Ogum ê, ê, ê
Ogum ê, ê, á

36

Foi ao romper da madrugada
Que a coral piou
(bis)
Com sua capacete
Ele saravou
(bis)
37
É dos santos do céu
Ogum é o maior
É, É de Nossa Senhora
(bis)

38

Ogum Iara, Ogum Megê
Olha Ogum Rompe Mato, auê
Ogum Iara, Ogum Megê
O canjira de Umbanda, auê
39
Saravá Ogum
E a coroa de Lei
(bis)
Ogum de Malé
Ogum de Nagô
(bis)

40

Senhor Major Ogum
Mas ele é praça de cavalaria
Com sete espadas
Ele nos defendia
Senhor Major Ogum
Seja nossa companhia

41
Seu cavalinho é de prata
De ouro é quem anda nele
Com sua bandeira içada
Defende todas as barreiras

42

Quem anda por mar
Quem anda por terra
E nunca se cansa
Com seu laço de fita encarnada
Amarrada na ponta da lança

43

Ogum é Pai de todos
É Pai de todos
É rei gongá
Olha Ogum, Sereia
Ele deu, ele deu, ele dá
Ogum arriou, Ogum arriou
Quem quer Ogum a mim xororô
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Ouça os Pontos da Linha de Esquerda da Umbanda