Translate

English French German Spain Italian Dutch Russian Portuguese Japanese Korean Arabic Chinese Simplified

Amigos da Umbanda!!! Saravá aos Pretos Velhos e Pretas Velhas!!!!!!!

Mostrando postagens com marcador Deus. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Deus. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Deus

O Universo é obra inteligentíssima; obra que transcende a
mais genial inteligência humana; e, como todo efeito
inteligente tem uma causa inteligente, é forçoso inferir que a
do universo é superior a toda inteligência; é a inteligência das
inteligências; a causa das causas; a lei das leis; o princípio dos
princípios; a razão das razões; a consciências das consciências;
é Deus! Deus! Nome mil vezes santo, que Newton jamais
pronunciava sem se descobrir!

Ó Deus que vos revelais pela natureza, vossa filha e nossa
mãe, reconheço-vos eu, Senhor, na poesia da criação; na
criancinha que sorri; no ancião que tropeça; no mendigo que
implora; na mão que assiste; na mãe querida que vela; no pai
extremoso que instrui; no apóstolo abnegado que evangeliza
as multidões.

Ó Deus! Reconheço-vos eu, Senhor, no amor do esposo; no
afeto do filho; na estima da irmã; na justiça do justo; na
misericórdia do indulgente; na fé do homem piedoso; na
esperança dos povos; na caridade dos bons; na inteireza dos
íntegros. Ó Deus! Reconheço-vos eu, Senhor! no estro do vate;
na eloqüência do orador; na inspiração do artista; na santidade
do mestre; na sabedoria do filósofo e nos fogos eternos do
gênio!

Ó Deus! Reconheço-vos eu, Senhor! na flor dos vergéis, na
relva dos vales; no matiz dos campos; na brisa dos prados; no
perfume das campinas; no murmúrio das fontes; no rumorejo
das franças; na música dos bosques; na placidez dos lagos; na
altivez dos montes; na amplidão dos oceanos e na majestade
do firmamento!

Ó Deus! Reconheço-vos eu, Senhor! nos lindos antélios, no íris
multicor; nas auroras polares; no argênteo da Lua; no brilho do
Sol; na fulgência das estrelas; no fulgor das constelações!
Ó Deus! Reconheço-vos eu, Senhor! na formação das
nebulosas; na origem dos mundos; na gênese dos sóis; no
berço das humanidades; na maravilha, no esplendor e no
sublime do Infinito!

Ó Deus! Reconheço-vos eu, Senhor! com Jesus, quando ora:
"Pai nosso que estais nos céus..." ou com os anjos quando
cantam: "Glória a Deus nas alturas, Paz na Terra aos Homens e
Mulheres da Boa Vontade de Deus".

                                         
 

                                            Por Eurípedes Barsanulfo

sexta-feira, 25 de março de 2011

A Criação de Deus numa Visão Física e Química.



         "No princípio, Deus criou o céu e a terra" (Gênesis 1,1). Assim começa a Bíblia, e o primeiro capítulo do Gênesis relata de maneira gráfica como Deus criou o mundo. Sem utilizar nenhum material pré-existente, sem nenhum instrumento, Deus foi criando todas as coisas: o céu e a terra, os animais e as plantas...
E por último o homem. Deus criou o mundo do nada. Na verdade Deus seguiu o primeiro princípio da termodinâmica: na natureza nada se cria e nada se destrói tudo se transforma. Deus transformou o mundo e não o criou. Deus é energia, e energia não se cria nem se destrói. Deus obedece ao ciclo de Carnot; quando se diz que ele é o princípio e o fim, o alfa e o Omega, o ciclo de Carnot é uma máquina térmica que se inicia num ponto e depois de um ciclo completo retorna ao ponto de origem. Nesse ciclo, em cada estágio há uma absorção ou liberação de energia, por isso o ciclo de Carnot não tem um rendimento de 100%. Assim Deus em sua plenitude também não tem os cem por cento de energias transformadas para seu favor. Podemos perceber isso nos próprios movimentos da Terra quando leva 365 dias para completar seu ciclo em sua órbita; ou seja, parte de um ponto se movimentando até retornar ao mesmo.
Em Deus, não existe passado nem futuro, mas uma eterna transformação. Todos os conhecimentos passados são transformados, aprimorados, para um futuro.
Houve um momento no qual só Deus (uma única energia) existia, mas Ele, talvez com as perdas de sua transformação, acabou num processo de fragmentação, por criar o homem, talvez por isso à frase "o criou a sua imagem e semelhança". Podemos ser fragmentos de Deus.
"O homem necessita tempo e esforço para construir um edifício ou fabricar um objeto, além, é lógico, de um material pré existente. Deus, porém, fez todas as coisas com um só instante de Seu querer e tudo criou do nada. Antes que Deus tudo criasse, não existia nada."
Analisando o trecho acima não encontramos lógicas. Como poderia Deus criar do nada algo, se no nada não há nada? Como pode Deus em um instante criar algo se até na natureza dele uma chuva para se formar leva algum tempo. Teria Deus uma varinha mágica? E esperou, sabe-se lá, quanto tempo para por em prática seus conhecimentos de magia! Acredito que não. Porque não encontramos lógicas e fundamento em, um ser ter tanta capacidade de transformação e deixar num vazio esperando ao acaso que um dia desperte neste um desejo de aplicá-lo.
Faz mais sentido uma energia pré-existente em eterna transformação ir se evoluindo a cada ciclo que passa. Ou poderíamos pensar em Deus como um ser tão inteligente e supremo vindo de outra dimensão (será que não existem outros deuses tão talentosos ou mais que o nosso?) e, que escolheu o planeta Terra para povoá-lo, criar seu próprio mundo.
Deus podia ter criado todas as coisas tal e como existem; por exemplo, as mesas e as cadeiras, as centrais elétricas... Mas quis que o homem dominasse a criação trabalhando e tirando proveito das mesmas. Quando o homem trabalha, colabora com Deus para dominar a criação, já que Deus assim o desejou. E como na criação Deus fez tudo muito bem, porque é Deus e porque Lhe move o amor que tem aos homens, assim o homem precisa fazer bem as coisas, por amor a Deus, para que quando Deus veja esse trabalho, possa dizer: "O que faz o homem está bem feito". É necessário fazer tudo com dedicação e esforço, oferecendo-o a Deus.
O trecho acima merece uma análise meticulosa. Se Deus é energia, ora ele não tem pés e mãos, não podendo assim fazer nada e nem tão pouco criar e fazer nenhuma cadeira se quisesse. Precisaria de uma mão de obra: o homem, que foi feito à sua imagem, ou seja, com sabedoria, porque se ignorante e burro o fosse como poderia construir uma casa?
Ele fez o homem a partir de uma matéria prima que suportasse as condições climáticas e matérias da terra – o fez do "barro", ou melhor, dizendo, das substancias existentes aqui neste planeta. Se fizesse o homem com o "barro da Lua" será que teria sobrevivido e evoluído até os dias de hoje?
Deus fez o homem, segundo alguns estudados religiosos, para dominar a criação. Teria sido ele tão inteligente a ponto de criar um homem para dominar outro homem? Seria isso um jogo de vídeo game que ele criara porque no céu não tem o que fazer? Quanta lógica nisso tudo!
Então me dou ao trabalho de casar assumo dívida em um casamento, gero filhos que são além de dor de cabeça despesas incomensuráveis, para servirem de meus empregados? Economicamente falando não seria mais barato contratar um alguém para cuidar dos meus bens? Até porque ninguém garante que meus herdeiros cuidarão dos meus tesouros como eu gostaria que o fizessem.
Não existe lógica em Deus criar o homem para ficar o admirando sem um objetivo maior. Ora, como todo ser que "cria" e tem seus "bens", necessita de alguém para cuidar e servir a seus propósitos. Para tal, criou o homem.
Acredito que seremos mais felizes se pensarmos em Deus não como um ditador como algumas das igrejas o põe, mas sim como um ser extraterrestre superior em inteligência e energia que escolheu "nosso" (ou seria dele?) planeta para dar vida como hoje a temos; com plantas, animais, água, minerais e tudo mais para nossa sobrevivência e, o homem para aprender, cuidar e transformar toda essa energia cedida até nós em alta energia para que talvez num futuro formos também tão inteligentes e dotados de tanta energia a ponto de habitar outros planetas.
Deus fez ainda energias semelhantes a ele, os espíritos, do qual deu a cada talento; ou seja, um dom, de trabalhar os metais, arte das essências, arte das construções, arte com números, e foi gerando assim seu exército. Algumas dessas energias ou espíritos se subjugaram tão poderosos e essenciais que resolveram, podemos assim dizer, também gerar suas criações e subornando o homem criação de Deus que nada conhecia e começou a influenciá-lo. Teríamos como um exemplo disso em Êxodo quando a serpente maliciosamente tenta à Eva. Provamos aí que até então o homem era totalmente ignorante, foi através do mundo espiritual que começou a ganhar sabedoria. A sabedoria nunca foi do homem e sim dos espíritos criados por Deus. Eles nos passam de acordo com nossas buscas e merecimentos. Além do que Deus fora traído por sua própria criação, mas não o homem, mas seu exercito de espíritos. Vemos isso em êxodo quando cria o primeiro casal para depois surgir o homem para servi-lo e arar a terra; ou seja, cuidar de seus bens.
Falar que Deus é a eterna bondade eu acho um tanto utópico. Se fizermos coisas boas Deus nos abençoa e mau Deus nos chicoteia. Em minha opinião Deus deixou toda a sabedoria da qual precisávamos e quem sabe não foi para outro planeta habita-lo. O bem e o mau se relacionam com a terceira lei de Newton, onde o universo devolve a nós o que damos a ele. Sendo assim não há necessidade de Deus castigar ou tão pouco abençoar a alguém aqui em baixo. O bem e mal reflete sobre nós mesmos.
Quando criou o mundo Deus o fez com todas as suas normas, leis e regras universais até hoje desconhecidas pelo homem. O grande mistério de Deus é a chamada lei da gravidade que não conseguimos ainda entendê-la a ponto de dominarmos esse conhecimento. Nem tão pouco pode o homem criar um planeta, estrela, lua e colocá-los no universo em suas distâncias favoráveis e perfeitas. O homem não tem a capacidade de criar um universo como esse que Deus fez para nós. Assim Deus se fez e faz presente em nós, não da maneira como certos católicos, protestantes e até umbandistas o vêem.
Não é tão absurda essa idéia se partirmos como referencia o próprio ser humano. A criança enquanto não tem idade para se alimentar é a mãe que o faz, enquanto não sabe andar, os pais a carregam no colo, mas quando ganham auto suficiência os pais já não podem mais conduzir e alimentar seus filhos. Os pais passam a sabedoria aos filhos através da educação familiar e didática para que se tornem livres e independentes. Os ensinamentos são passados como bastões para filhos e gerações, os quais tomam e vivem suas vidas às suas escolhas. Não punimos filhos por não terem aprendido as lições, eles simplesmente sofrem as conseqüências de suas ignorâncias. Assim acredito ser o comportamento de Deus em relação ao Homem. Deixou toda a sabedoria através dos livros escritos por homens que ele mesmo escolheu e capacitou. Homens que morreram a matéria e o espírito (energia) ficaram vivo ainda no grande ciclo de Carnot para liberar conhecimento para os que ainda não atingiram esse nível. Daí a necessidade de oração e invocação, não de mortos, porque na verdade não existem, espíritos são energias e energias não se acabam; mas de "gerentes do conhecimento" que atuam em nosso benefício ou não sempre que clamamos.
Digo em beneficio ou não porque depende de quem pede a ajuda e para qual finalidade. Vamos lembrar que existem bons espíritos que nos orientam a fazer o bem e a coisa certa (ou seja aquilo que não fere ao próximo) e há também aqueles onde muitos pedem por profanação e perdas, mortes para o seu semelhante. Em ambos os casos eles detém o conhecimento apenas direcionam e canalizam para quem os pedem. A esse grupo de "gerentes espirituais" podemos chamar de Santos, Anjos, Mentores caídos ou não.
Outra observação bastante implicante é relatada abaixo:
Para que as coisas durem, procuramos conservá-las: reparam-se os defeitos, engraxam-se as máquinas, protegem-se do frio ou do calor...; se não cuidamos das coisas, elas se estragam e não servem mais para nada. Podemos imaginar assim a conservação do mundo, com a diferença de que, se Deus não o conservasse, desapareceria, voltaria ao nada. Além disso, Deus governa o mundo, de maneira especial aos homens, com umas leis que estão impressas em sua natureza, respeitando sempre a liberdade que lhes deu, como um dos grandes presentes.
Dizer que temos que conservar o mundo como coisas de Deus para que elas não desapareçam e voltem ao nada é bastante complicado. Pois jamais voltaríamos ao nada do inicio do mundo uma vez que Deus deu ao homem condições de procriar e gerar. Temos sim que manter vivas essas maravilhas que ele nos deu porque sem elas não sobrevivermos, ficaremos doentes, ficaremos escassos de recursos e consequentemente sofremos na carne o peso desse descaso. O homem é um ser em evolução jamais retomará a forma primitiva. Disso não podemos duvidar, pois a ciência nos prova através de vários achados arqueológicos. O pior que pode acontecer é que o homem foi "gerado" por Deus nas condições da Terra, ou seja, não nas condições dos laboratórios atuais (como remédios, drogas e alimento industrializados que causam danos à saúde, porque natural é natural bastante diferente do artificial e tem suas conseqüências no organismo humano). Como conseqüência o homem não chega hoje a viver cem anos, a vida útil de sua matéria começa a decair.
O presente maior que Deus nos deu foi a sabedoria de usar bem todos esses tesouros deixados para nos beneficiarmos em função de nós mesmo. Deixou as leis de todos os ciclos da natureza do nosso "habitat" impressas e gravadas para nos servir de guia e base para condicionarmos as melhorias e elevação tal ao ponto de chegarmos bem próximo Dele.
Só poderemos ter um mundo melhor quando conseguirmos fazer a verdadeira caridade. A caridade espiritual. Precisamos não manipular essas energias para fins destrutivos e enriquecimento material, mas precisamos conduzi-los para luz e essa refletirá sobre nós nos tornando seres humanos toleráveis, sábios, conformados e inteligentes a ponto de termos um planeta seguro para nossa sobrevivência.
Isso não é absurdo pois está no apocalipse e só depende de nós entendermos e praticarmos essa caridade que ainda está muito mal divulgada entre os homens. Dizer que dou comida, vestes, dinheiro, emprego a um próximo não significa caridade, pois os espíritos não malignos mas ignorados, mal educados continuam soltos desorientados interferindo na vida humana. Precisamos acabar com essa interferência maléfica doutrinando e educando esses seres criados também por Deus e que não são os diabos das igrejas. Diga-se de passagem que essas criaturas diabólicas foram uma criação da igreja católica para dominar e escravizar o homem e os próprios espíritos a seus favores.
Lembremo-nos da lei do ciclo de Carnot e da terceira lei de Newton que tudo vai e volta; dessa forma se nos prendermos somente ao material quando voltarmos em outra matéria estará colhendo esses frutos, e é por isso que muita das vezes não entendeu nossos carmas e nos achamos vítimas de muitas injustiças. Devemos nos perguntar como nos portamos numa vida passada e o que dela tiramos de proveito e no que a ferimos ou até o nosso próximo.
Tenho uma confissão a fazer: sei o que estou dizendo por ter passado por muitas situações nessa vida da qual as pessoas nem podem imaginar, e o quanto me custou e ainda me custa a busca pela elevação espiritual.
Esbarro sempre com a ignorância humana da qual eu estava mergulhada e que por quase um milagre me desprendi dela, mas ainda estou na luta por tentar ajudar no que posso à compreensão desse maravilhoso Universo que Deus nos deu.

Por: Ana.

A Criação de Deus numa Visão Física e Química.



         "No princípio, Deus criou o céu e a terra" (Gênesis 1,1). Assim começa a Bíblia, e o primeiro capítulo do Gênesis relata de maneira gráfica como Deus criou o mundo. Sem utilizar nenhum material pré-existente, sem nenhum instrumento, Deus foi criando todas as coisas: o céu e a terra, os animais e as plantas...
E por último o homem. Deus criou o mundo do nada. Na verdade Deus seguiu o primeiro princípio da termodinâmica: na natureza nada se cria e nada se destrói tudo se transforma. Deus transformou o mundo e não o criou. Deus é energia, e energia não se cria nem se destrói. Deus obedece ao ciclo de Carnot; quando se diz que ele é o princípio e o fim, o alfa e o Omega, o ciclo de Carnot é uma máquina térmica que se inicia num ponto e depois de um ciclo completo retorna ao ponto de origem. Nesse ciclo, em cada estágio há uma absorção ou liberação de energia, por isso o ciclo de Carnot não tem um rendimento de 100%. Assim Deus em sua plenitude também não tem os cem por cento de energias transformadas para seu favor. Podemos perceber isso nos próprios movimentos da Terra quando leva 365 dias para completar seu ciclo em sua órbita; ou seja, parte de um ponto se movimentando até retornar ao mesmo.
Em Deus, não existe passado nem futuro, mas uma eterna transformação. Todos os conhecimentos passados são transformados, aprimorados, para um futuro.
Houve um momento no qual só Deus (uma única energia) existia, mas Ele, talvez com as perdas de sua transformação, acabou num processo de fragmentação, por criar o homem, talvez por isso à frase "o criou a sua imagem e semelhança". Podemos ser fragmentos de Deus.
"O homem necessita tempo e esforço para construir um edifício ou fabricar um objeto, além, é lógico, de um material pré existente. Deus, porém, fez todas as coisas com um só instante de Seu querer e tudo criou do nada. Antes que Deus tudo criasse, não existia nada."
Analisando o trecho acima não encontramos lógicas. Como poderia Deus criar do nada algo, se no nada não há nada? Como pode Deus em um instante criar algo se até na natureza dele uma chuva para se formar leva algum tempo. Teria Deus uma varinha mágica? E esperou, sabe-se lá, quanto tempo para por em prática seus conhecimentos de magia! Acredito que não. Porque não encontramos lógicas e fundamento em, um ser ter tanta capacidade de transformação e deixar num vazio esperando ao acaso que um dia desperte neste um desejo de aplicá-lo.
Faz mais sentido uma energia pré-existente em eterna transformação ir se evoluindo a cada ciclo que passa. Ou poderíamos pensar em Deus como um ser tão inteligente e supremo vindo de outra dimensão (será que não existem outros deuses tão talentosos ou mais que o nosso?) e, que escolheu o planeta Terra para povoá-lo, criar seu próprio mundo.
Deus podia ter criado todas as coisas tal e como existem; por exemplo, as mesas e as cadeiras, as centrais elétricas... Mas quis que o homem dominasse a criação trabalhando e tirando proveito das mesmas. Quando o homem trabalha, colabora com Deus para dominar a criação, já que Deus assim o desejou. E como na criação Deus fez tudo muito bem, porque é Deus e porque Lhe move o amor que tem aos homens, assim o homem precisa fazer bem as coisas, por amor a Deus, para que quando Deus veja esse trabalho, possa dizer: "O que faz o homem está bem feito". É necessário fazer tudo com dedicação e esforço, oferecendo-o a Deus.
O trecho acima merece uma análise meticulosa. Se Deus é energia, ora ele não tem pés e mãos, não podendo assim fazer nada e nem tão pouco criar e fazer nenhuma cadeira se quisesse. Precisaria de uma mão de obra: o homem, que foi feito à sua imagem, ou seja, com sabedoria, porque se ignorante e burro o fosse como poderia construir uma casa?
Ele fez o homem a partir de uma matéria prima que suportasse as condições climáticas e matérias da terra – o fez do "barro", ou melhor, dizendo, das substancias existentes aqui neste planeta. Se fizesse o homem com o "barro da Lua" será que teria sobrevivido e evoluído até os dias de hoje?
Deus fez o homem, segundo alguns estudados religiosos, para dominar a criação. Teria sido ele tão inteligente a ponto de criar um homem para dominar outro homem? Seria isso um jogo de vídeo game que ele criara porque no céu não tem o que fazer? Quanta lógica nisso tudo!
Então me dou ao trabalho de casar assumo dívida em um casamento, gero filhos que são além de dor de cabeça despesas incomensuráveis, para servirem de meus empregados? Economicamente falando não seria mais barato contratar um alguém para cuidar dos meus bens? Até porque ninguém garante que meus herdeiros cuidarão dos meus tesouros como eu gostaria que o fizessem.
Não existe lógica em Deus criar o homem para ficar o admirando sem um objetivo maior. Ora, como todo ser que "cria" e tem seus "bens", necessita de alguém para cuidar e servir a seus propósitos. Para tal, criou o homem.
Acredito que seremos mais felizes se pensarmos em Deus não como um ditador como algumas das igrejas o põe, mas sim como um ser extraterrestre superior em inteligência e energia que escolheu "nosso" (ou seria dele?) planeta para dar vida como hoje a temos; com plantas, animais, água, minerais e tudo mais para nossa sobrevivência e, o homem para aprender, cuidar e transformar toda essa energia cedida até nós em alta energia para que talvez num futuro formos também tão inteligentes e dotados de tanta energia a ponto de habitar outros planetas.
Deus fez ainda energias semelhantes a ele, os espíritos, do qual deu a cada talento; ou seja, um dom, de trabalhar os metais, arte das essências, arte das construções, arte com números, e foi gerando assim seu exército. Algumas dessas energias ou espíritos se subjugaram tão poderosos e essenciais que resolveram, podemos assim dizer, também gerar suas criações e subornando o homem criação de Deus que nada conhecia e começou a influenciá-lo. Teríamos como um exemplo disso em Êxodo quando a serpente maliciosamente tenta à Eva. Provamos aí que até então o homem era totalmente ignorante, foi através do mundo espiritual que começou a ganhar sabedoria. A sabedoria nunca foi do homem e sim dos espíritos criados por Deus. Eles nos passam de acordo com nossas buscas e merecimentos. Além do que Deus fora traído por sua própria criação, mas não o homem, mas seu exercito de espíritos. Vemos isso em êxodo quando cria o primeiro casal para depois surgir o homem para servi-lo e arar a terra; ou seja, cuidar de seus bens.
Falar que Deus é a eterna bondade eu acho um tanto utópico. Se fizermos coisas boas Deus nos abençoa e mau Deus nos chicoteia. Em minha opinião Deus deixou toda a sabedoria da qual precisávamos e quem sabe não foi para outro planeta habita-lo. O bem e o mau se relacionam com a terceira lei de Newton, onde o universo devolve a nós o que damos a ele. Sendo assim não há necessidade de Deus castigar ou tão pouco abençoar a alguém aqui em baixo. O bem e mal reflete sobre nós mesmos.
Quando criou o mundo Deus o fez com todas as suas normas, leis e regras universais até hoje desconhecidas pelo homem. O grande mistério de Deus é a chamada lei da gravidade que não conseguimos ainda entendê-la a ponto de dominarmos esse conhecimento. Nem tão pouco pode o homem criar um planeta, estrela, lua e colocá-los no universo em suas distâncias favoráveis e perfeitas. O homem não tem a capacidade de criar um universo como esse que Deus fez para nós. Assim Deus se fez e faz presente em nós, não da maneira como certos católicos, protestantes e até umbandistas o vêem.
Não é tão absurda essa idéia se partirmos como referencia o próprio ser humano. A criança enquanto não tem idade para se alimentar é a mãe que o faz, enquanto não sabe andar, os pais a carregam no colo, mas quando ganham auto suficiência os pais já não podem mais conduzir e alimentar seus filhos. Os pais passam a sabedoria aos filhos através da educação familiar e didática para que se tornem livres e independentes. Os ensinamentos são passados como bastões para filhos e gerações, os quais tomam e vivem suas vidas às suas escolhas. Não punimos filhos por não terem aprendido as lições, eles simplesmente sofrem as conseqüências de suas ignorâncias. Assim acredito ser o comportamento de Deus em relação ao Homem. Deixou toda a sabedoria através dos livros escritos por homens que ele mesmo escolheu e capacitou. Homens que morreram a matéria e o espírito (energia) ficaram vivo ainda no grande ciclo de Carnot para liberar conhecimento para os que ainda não atingiram esse nível. Daí a necessidade de oração e invocação, não de mortos, porque na verdade não existem, espíritos são energias e energias não se acabam; mas de "gerentes do conhecimento" que atuam em nosso benefício ou não sempre que clamamos.
Digo em beneficio ou não porque depende de quem pede a ajuda e para qual finalidade. Vamos lembrar que existem bons espíritos que nos orientam a fazer o bem e a coisa certa (ou seja aquilo que não fere ao próximo) e há também aqueles onde muitos pedem por profanação e perdas, mortes para o seu semelhante. Em ambos os casos eles detém o conhecimento apenas direcionam e canalizam para quem os pedem. A esse grupo de "gerentes espirituais" podemos chamar de Santos, Anjos, Mentores caídos ou não.
Outra observação bastante implicante é relatada abaixo:
Para que as coisas durem, procuramos conservá-las: reparam-se os defeitos, engraxam-se as máquinas, protegem-se do frio ou do calor...; se não cuidamos das coisas, elas se estragam e não servem mais para nada. Podemos imaginar assim a conservação do mundo, com a diferença de que, se Deus não o conservasse, desapareceria, voltaria ao nada. Além disso, Deus governa o mundo, de maneira especial aos homens, com umas leis que estão impressas em sua natureza, respeitando sempre a liberdade que lhes deu, como um dos grandes presentes.
Dizer que temos que conservar o mundo como coisas de Deus para que elas não desapareçam e voltem ao nada é bastante complicado. Pois jamais voltaríamos ao nada do inicio do mundo uma vez que Deus deu ao homem condições de procriar e gerar. Temos sim que manter vivas essas maravilhas que ele nos deu porque sem elas não sobrevivermos, ficaremos doentes, ficaremos escassos de recursos e consequentemente sofremos na carne o peso desse descaso. O homem é um ser em evolução jamais retomará a forma primitiva. Disso não podemos duvidar, pois a ciência nos prova através de vários achados arqueológicos. O pior que pode acontecer é que o homem foi "gerado" por Deus nas condições da Terra, ou seja, não nas condições dos laboratórios atuais (como remédios, drogas e alimento industrializados que causam danos à saúde, porque natural é natural bastante diferente do artificial e tem suas conseqüências no organismo humano). Como conseqüência o homem não chega hoje a viver cem anos, a vida útil de sua matéria começa a decair.
O presente maior que Deus nos deu foi a sabedoria de usar bem todos esses tesouros deixados para nos beneficiarmos em função de nós mesmo. Deixou as leis de todos os ciclos da natureza do nosso "habitat" impressas e gravadas para nos servir de guia e base para condicionarmos as melhorias e elevação tal ao ponto de chegarmos bem próximo Dele.
Só poderemos ter um mundo melhor quando conseguirmos fazer a verdadeira caridade. A caridade espiritual. Precisamos não manipular essas energias para fins destrutivos e enriquecimento material, mas precisamos conduzi-los para luz e essa refletirá sobre nós nos tornando seres humanos toleráveis, sábios, conformados e inteligentes a ponto de termos um planeta seguro para nossa sobrevivência.
Isso não é absurdo pois está no apocalipse e só depende de nós entendermos e praticarmos essa caridade que ainda está muito mal divulgada entre os homens. Dizer que dou comida, vestes, dinheiro, emprego a um próximo não significa caridade, pois os espíritos não malignos mas ignorados, mal educados continuam soltos desorientados interferindo na vida humana. Precisamos acabar com essa interferência maléfica doutrinando e educando esses seres criados também por Deus e que não são os diabos das igrejas. Diga-se de passagem que essas criaturas diabólicas foram uma criação da igreja católica para dominar e escravizar o homem e os próprios espíritos a seus favores.
Lembremo-nos da lei do ciclo de Carnot e da terceira lei de Newton que tudo vai e volta; dessa forma se nos prendermos somente ao material quando voltarmos em outra matéria estará colhendo esses frutos, e é por isso que muita das vezes não entendeu nossos carmas e nos achamos vítimas de muitas injustiças. Devemos nos perguntar como nos portamos numa vida passada e o que dela tiramos de proveito e no que a ferimos ou até o nosso próximo.
Tenho uma confissão a fazer: sei o que estou dizendo por ter passado por muitas situações nessa vida da qual as pessoas nem podem imaginar, e o quanto me custou e ainda me custa a busca pela elevação espiritual.
Esbarro sempre com a ignorância humana da qual eu estava mergulhada e que por quase um milagre me desprendi dela, mas ainda estou na luta por tentar ajudar no que posso à compreensão desse maravilhoso Universo que Deus nos deu.

Por: Ana.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

A Providência Divina






Para a Providência Divina não existe contestação. 

Deus em sua magnitude colocou a disposição do homem tudo que lhe seria útil na vida terrena.

Sabemos muito bem qual a nossa destinação no orbe terrestre, mas pela nossa materialidade, fortalecida pelo orgulho, pela inveja, nos tornamos imperfeitos.

É vero que a Providência Divina se manifesta a qualquer momento ou em qualquer lugar e jamais poderemos contestar esta teoria.

Deus quando criou o homem, o fez a sua imagem e semelhança, dando-lhe a inteligência, o instinto e o livre-arbítrio.

Temos nossa opinião própria sobre ou a respeito desta frase, que teria sido atribuída ao Pai Maior, Deus.

A reencarnação será o fenômeno pela qual o ser humano alcançará sua evolução, pois vivendo num mundo de provas e expiações, ele estará sujeito às normas e procedimentos que venham melhorar sua condição de ser humano a cata da evolução.

Também é vero que o hominal durante a desencarnação passará um período na erraticidade.

Esta palavra quer dizer o espaço entre uma reencarnação e outra.

Nesse período poderá passar pelo o umbral dependendo do que fez aqui na Terra e a posterióri para uma colônia de tratamento.

O que seria de nós se nossos guias e amigos espirituais não agissem em nossa proteção.

Todos nós temos nossos guias espirituais.

O de Allan Kardec era Zéfiro, o de Francisco de Paula Cândido Xavier, o espírito Emmaneul e o de Divaldo Franco, Joanna de Ângelis.

Christiano Torchi é advogado, escritor espírita e dedicado trabalhador da causa espírita em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, está no prelo um livro de sua autoria cujo título ainda é provisório – Introdução ao Conhecimento da Doutrina Espírita.

O nosso confrade fala com muita propriedade sobre os Espíritos familiares, os simpáticos e os protetores com os quais Allan Kardec conseguiu compilar o Livro dos Espíritos em 1857, na França.

Temos também o nosso anjo da guarda ou anjo guardião um Espírito bastante evoluído que nos protege no dia a dia, mas não interfere no nosso livre-arbítrio.

O seu tratamento para com o seu protegido é muito parecido com o papel do pai para com o filho.

Não irei aqui neste pequeno comentário levar em evidência as colocações do confrade Cristiano Torchi, mas concordar em parte com os aspectos por ele comentados.

O Espírito pode ser privilegiado dependente exclusivamente de suas atividades no mundo material e espiritual.

Por isso, sempre será de bom alvitre que tenhamos uma vida regrada e voltada para o bem.

É difícil? Sim.

Na vida nada se consegue com facilidade e o merecimento é ponto primordial para isso.

O Evangelho Segundo o Espiritismo reza que todos nós temos um Bom Espírito, ligado a nós desde o nascimento, que nos tomou sob a sua proteção.

Cumpre junto a nós a missão de um pai junto ao filho: a de nos conduzir no caminho do bem e do progresso, através das provas da vida.

Ele se sente feliz quando correspondemos à sua solicitude, e sofre quando nos vês sucumbir.

Seu nome pouco importa, pois que ele pode não ter nenhum nome conhecido na Terra.

Invocamo-lo, então, como o nosso Anjo Guardião, o nosso Bom Gênio.

Podemos nomeá-lo com o nome de um Espírito Superior, pelo qual sintamos uma simpatia especial.

Temos um adendo a colocar no posicionamento do escritor epigrafado, visto que nem todo Espírito Protetor é considerado Puro, pois o único Espírito Puro que pisou o orbe terrestre foi Jesus Cristo, mas se eles forem superiores aí sim estaremos mais firmes em nossas posições.

A felicidade do Espírito protetor está nas mesmas proporções do seu protegido aqui na Terra.

“É bom que se frise que quando falamos em Espíritos protetores que se informe o que se segue:”

Além do nosso Anjo guardião, que é sempre um Espírito Superior, temos os Espíritos Protetores, que, por serem menos elevados, não são ‘os piores’ e generosos.

São Espíritos de parentes ou amigos, e algumas vezes de pessoas que nem sequer conhecemos na atual existência.

Eles nos ajudam com os seus conselhos, e frequentemente com a sua intervenção nos acontecimentos de nossa vida.

Os Espíritos simpáticos são os que se ligam a nós por alguma semelhança de gostos e tendências.

Podem ser bons ou maus, segundo a natureza das inclinações que os atraem para nós.

Os Espíritos sedutores ou perturbadores esforçam-se para nos desviar do caminho do bem, sugerindo-nos maus pensamentos.

Normalmente, foram extremamente materialistas na vida terrena.

Esse tipo de Espírito aproveita-se de todas as nossas fraquezas, como de outras tantas portas abertas, que lhes dão acesso à nossa alma.

Há aqueles que se agarra a nós como a uma presa, mas afastam-se quando reconhecem a sua impotência para lutar contra a nossa vontade.

Muitos deles estão entre nós convictos que ainda pertencem ao nosso mundo.

Por isso, resolvemos fazer uma breve observação sobre o posicionamento do confrade quando falou em Espírito Puro como nosso guia protetor.

Somos tão imperfeitos para ter essa primazia.

Precisamos orar muito e pedir a Jesus que nos proteja sempre.

Vocês podem até pedir consolo ou nomeá-lo como seu Espírito Protetor, mas somos muito imperfeitos para tal.

Sobre os Espíritos familiares já nos referimos acima.

Na questão 491 do Livro dos Espíritos Kardec indaga aos Espíritos:

Qual a missão do Espírito protetor?

Eles respondem: — A de um pai para com os filhos: conduzir o seu protegido pelo bom caminho, com os seus conselhos, consolá-lo nas suas aflições e sustentar sua coragem nas provas da vida.

Para ficar mais entendido temos que informar o que está implícito no Livro dos Espíritos nas questões:

492. O Espírito protetor é ligado ao indivíduo desde o seu nascimento?

— Desde o nascimento até a morte, e freqüentemente o segue depois da morte, na vida espírita, e mesmo através de numerosas experiências corpóreas porque essas existências não são mais do que fases bem curtas da vida do Espírito.

493. A missão do Espírito protetor é voluntária ou obrigatória?

— O Espírito é obrigado a velar por vós porque aceitou essa tarefa, mas pode escolher os seres que lhe são simpáticos.

Para uns, isso é um prazer; para outros, uma missão ou um dever.

(493 – a) Ligando-se a uma pessoa, o Espírito renuncia a proteger outros indivíduos?

— Não, mas o faz de maneira mais geral.

494. O Espírito protetor está fatalmente ligado ao ser que foi confiado à sua guarda?

— Acontece freqüentemente que certos Espíritos deixam sua posição pura cumprir diversas missões, mas nesse caso são substituídos.

495. O Espírito protetor abandona, às vezes, o protegido, quando este se mostra rebelde às suas advertências?

— Afasta-se quando vê que os seus conselhos são inúteis e que é mais forte a vontade do protegido em submeter-se à influência dos Espíritos inferiores, mas não o abandona completamente e sempre se faz ouvir.

É o homem quem lhe fecha os ouvidos.

Ele volta, logo que chamado.

Como dissemos anteriormente eles não interferem no livre-arbítrio dos encarnados.

Para os Espíritos simpáticos temos que concordar com que o Livro dos espíritos especifica nos questionamentos sobre Espíritos simpáticos.

387. A simpatia tem sempre por motivo um conhecimento anterior?

— Não; dois espíritos que tenham afinidades procuram-se naturalmente, sem que se hajam conhecido como encarnados.

388. Os encontros que se dão algumas vezes entre certas pessoas, e que se atribuem ao acaso, não serão os efeitos de uma espécie de relações simpáticas?

— Há, entre os seres pensantes, ligações que ainda não conheceis.

O magnetismo é a bússola dessa ciência, que um dia compreendereis melhor.

389. De onde vem a atração instintiva que se experimenta por certas pessoas, à primeira vista?

— Espíritos simpáticos, que se percebem e se reconhecem, muito antes de se falarem. » (in ‘O livro dos Espíritos’, Cap.7) Simpática esta ideia dos Espíritos Simpáticos.

E talvez explique algumas “coincidências” que todos nós experimentamos às vezes.

Queremos dizer que não somos donos da verdade, mas temos que afirmar que o irmão Christiani Torchise expressou muito bem, mas com pequenos senões.

Para encerrar queremos dizer que os espíritos infelizes segundo o grande Leon Denis a nossa indiferença para com as manifestações espíritas não nos privaria somente do conhecimento do futuro de além-túmulo, pois nos desviaria também da possibilidade de agir sobre os Espíritos infelizes, de amenizar-lhes a sorte, tornando-lhes mais fácil a reparação de suas faltas.

Os Espíritos atrasados, tendo mais afinidade com os homens do que com os Espíritos puros, em virtude de sua constituição fluídica ainda grosseira, são, por isso mesmo, mais acessível à nossa influência.

Entrando em comunicação com eles, podemos preencher uma generosa missão, instruí-los, moralizá-los e, ao mesmo tempo, melhorarmos, sanearmos o meio fluídico em que todos vivem.

Os Espíritos sofredores ouvem o nosso apelo e as nossas evocações.

Os nossos pensamentos, simpáticos, envolvendo-os como uma corrente elétrica e atraindo-os a nós, permitem que conversemos com eles por meio dos médiuns.

O mesmo dá-se com as almas que deixam este mundo.

As nossas evocações despertam a atenções dos Espíritos e facultam-lhe o desapego corpóreo; as nossas preces ardentes são como um jato luminoso que os esclarece e vivifica.

É-lhes agradável perceber que não estão abandonados a si próprios na Imensidade, que há ainda na Terra seres que se interessam pela sua sorte e desejam a sua felicidade.

E, quando mesmo esta não possa ser alcançada por preces, contudo elas não deixam de ser salutares, arrancando-os ao desespero, dando-lhes as forças fluídicas necessárias para lutarem contra as influências perniciosas e ajudando-os a subirem mais alto.

Não devemos, entretanto, esquecer que as relações com os Espíritos inferiores exigem certa segurança de vistas, de tato e de energia; daí os bons efeitos que se podem esperar.

É preciso uma verdadeira superioridade moral para dominar tais Espíritos, para reprimir os seus desmandos e dirigi-los ao caminho reto; e essa superioridade não se adquire senão por uma vida isenta de paixões materiais, pois, em tal caso, os fluídos depurados do evocador atuam eficazmente sobre os fluídos dos Espíritos atrasados.

Além disso, é necessário um conhecimento prático do mundo invisível para nos podermos guiar com segurança no meio das contradições e dos erros que pululam nas comunicações dos Espíritos levianos.

Em conseqüência da sua natureza imperfeita, eles só possuem conhecimentos muito restritos; vêem e julgam as coisas diferentemente; muitos conservam as opiniões e os preconceitos da vida terrena.

O critério e a clarividência tornam-se, portanto, indispensáveis a quem se dirigir nesse Dédalo.

O estudo dos fenômenos espíritas e as relações com o mundo Invisível apresentam muitas dificuldades e, mesmo, perigos ao homem Ignorante e frívolo, que pouco se tenha preocupado com o lado moral da questão.

Aquele que, descuidando-se de estudar a ciência e a filosofia dos Espíritos, penetra bruscamente no domínio do Invisível, entregando-se, sem reserva, às suas manifestações, desde logo se acha em contacto com milhares de seres cujos atos e palavras ele não tem meio algum de aferir.

Sua ignorância entregá-lo-á desarmado à Influência deles, pois a sua vontade vacilante, Indecisa, não poderá resistir às sugestões de que se fez alvo.

Fraco, apaixonado, sua imperfeição faz com que atraia Espíritos Iguais a si, que o assediam sem o menor escrúpulo de enganar.

Nada sabendo sobre as leis morais, insulado no seio de um mundo onde a alucinação e a realidade confundem-se, terá tudo a temer: a mentira, a Ironia, a obsessão.

A princípio, foi considerável a parte que os Espíritos inferiores tomaram nas manifestações, e isso tinha sua razão de ser.

Em um meio material como o nosso só as manifestações ruidosas, os fenômenos de ordem física poderiam impressionar os homens e arrancá-los à Indiferença por tudo que não diga respeito aos seus interesses imediatos.

É isso que justifica o predomínio das mesas giratórias, das pancadas, das pedradas, etc.

Esses fenômenos vulgares, produzidos por Espíritos submetidos à Influência da matéria, eram apropriados às exigências da causa e ao estado mental daqueles de quem se queria despertar a atenção.

Não se os deverá atribuir aos Espíritos superiores, pois estes só se manifestaram ulteriormente e por processos menos grosseiros, sobretudo com o auxílio de médiuns escreventes, auditivos e sonambúlicos.

Depois dos fatos materiais, que se dirigiam aos sentidos, os Espíritos têm falado à inteligência, aos sentimentos e à razão.

Esse aperfeiçoamento gradual dos meios de comunicação mostra-nos os grandes recursos de que dispõem os poderes invisíveis, as combinações profundas e variadas que sabem pôr em jogo para estimular o homem no caminho do progresso e no conhecimento dos seus destinos.

O bom da Doutrina é que nós jamais seremos donos da verdade e aquilo que o nosso coração bate com mais certeza, talvez seja o caminho para nossa felicidade.

Queremos mais uma vez agradecer a nossa irmã Zuleika Araripe que nos pediu a opinião sobre a matéria do nosso confrade acima mencionado sobre os amigos espirituais.

A matéria de Christiano Torchi está publicada no Reformador nº. 2.163 Junho 2009 página 18.

Todos os espíritas ou espiritistas ou espiritualista podem traduzir conforme seu pensamento, pois o Espiritismo nada proíbe, mas temos o dever de não nos afastarmos dos ensinamentos do Livro dos Espíritos de Allan Kardec.

Diante de tais especulações encontramos irmãos de ideal espírita que pendem para o lado de Ramatís, Roustaing, Herculano Pires, Pietro Ubaldi e assim vai.

O mais importante de tudo é que não devemos desprezar o amor ao próximo, o perdão e se inserir na fraternidade, na caridade e nos bons princípios.

Jesus Cristo e o Pai Maior acima de tudo.


Antonio Paiva Rodrigues.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Ouça os Pontos da Linha de Esquerda da Umbanda